Bruno Fernandes: «É difícil algum clube chegar aqui e bater 60 milhões»

Médio comenta o valor da sua cláusula de rescisão e o interesse dos tubarões europeus

• Foto: Peter Spark / Movephoto

Bruno Fernandes confessou que é um orgulho ter uma cláusula de 100 milhões de euros mas admitiu que tal valor é exagerado. Numa entrevista à Sport TV, o médio do Sporting falou do interesse dos vários tubarões europeus.

"Quando vim para o Sporting e me falaram dessa cláusula, quando ouvi aquilo disse ‘tenho a certeza que é exagerado’. Nenhum jogador no Mundo deveria valer esse preço. Se um jogador como eu vale o que vale, o que poderemos dizer dos melhores do Mundo, Messi e Ronaldo, a que preço os clubes estariam dispostos a vendê-los. É difícil enquadrar isso. Vendo entre os 60 ou 100 a diferença não é assim tão grande quanto isso. É difícil no campeonato português algum clube chegar aqui e bater 60 milhões. Dizem sempre que o nosso campeonato é mais fácil e não tem a mesma competitividade que os outros. Acabei por dizer não vai mudar nada, vai-me dar uma responsabilidade, acabei por ser o jogador português com a cáausula maior, agora ultrapassada pela do João. É um motivo de orgulho saber que o Sporting queria meter-me uma cláusula tao alta e tinha confiança em mim", referiu o internacional português.

"Obviamente que qualquer jogador gosta de ser falado principalmente quando somos associados a grandes clubes, é sinal que o nosso trabalho está a ser bem feito. O importante é manter o foco, não desviar a atenção. Toda a gente sabe que muitas vezes fala-se muito e faz-se pouco. É o meu segundo ano no Sporting, no ano passado também se falou muito e depois houve a questão da rescisão. Havia clubes que queriam, mas depois puxaram o pé atras porque queriam pagar de uma certa maneira e o clube não queria… Há sempre senãos. Tenho contrato com o Sporting e uma cláusula alta. Tenho de estar focado no Sporting", acrescentou.

Bruno Fernandes falou ainda do que sucedeu após rescindir com o Sporting: "No ano passado apos a rescisão tive clubes de Inglaterra, principalmente, e de Espanha. Sinceramente não me sentia preparado para ir para um campeonato onde talvez a dificuldade fosse maior, não pela dificuldade em si, mas pelo número de jogos tão seguidos em Inglaterra. Foi o primeiro ano em que fiz tantos jogos e participei em competições europeias. Achei que precisava de mais um ano com essa regularidade. Agora sinto-me mais preparado para se um dia tiver de jogar numa liga competitiva como a inglesa ou ir para uma equipa em Espanha que esteja regularmente nas competições europeias já me sinto preparado para essa exigência."

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