Bruno Fernandes: «Reconquistar aquilo que devia ter sido nosso»

Capitão do Sporting aponta à presença no Jamor

• Foto: José Ponteira

Bruno Fernandes quer voltar a disputar a final da Taça de Portugal mas, para isso, será preciso eliminar o Benfica. O médio-ofensivo reconhece que os leões terão pela frente "um jogo difícil", mas lembra que há muitos jogadores que não esqueceram a derrota registada no ano passado.

"As expectativas são as de chegar à final, principalmente para quem esteve cá o ano passado. Acho que é um bocadinho reconquistar aquilo que sentimos que devia ter sido nosso", afirmou o médio-ofensivo, à Sporting TV, onde também comentou as especificidades do jogo com o Benfica: "Sabemos também que com um resultado mínimo podemos estar na final, basta 1-0. Daremos tudo o que temos e o que não temos do início ao fim, e tentaremos ao máximo estar no Jamor, de novo, para reconquistar aquilo que não conseguimos conquistar o ano passado".

O capitão também pediu aos adeptos para "encherem o estádio", e falou das emoções por ter disputado o 100º jogo, frente ao D. Chaves, no passado sábado. "Foi um jogo muito especial para mim pois senti-me muito honrado por poder representar um clube como o Sporting e atingir uma marca difícil como esta que são os 100 jogos. Obviamente que ao celebrar esta marca com um golo ficou um sabor ainda mais especial do que já era", acrescentou o jogador que se reconheceu surpreendido com o próprio rendimento: "Obviamente que vim para o Sporting para deixar a minha marca pois queria fazer história. Não esperava chegar tão cedo aos 100 jogos, mas o ano passado foi muito importante para atingir esta marca pois tivemos em todas as competições até muito tarde, e o isso fez com que disputasse muitos jogos. Este ano também só falhei um jogo por suspensão e estou empenhado em conseguir fazer mais jogos até ao fim".

Os 25 golos já apontados na presente temporada também foram comentados pelo camisola 8 que se revela orgulhoso por ter ultrapassado António Oliveira e Balakov. "O ano passado já tinha demonstrado essa capacidade e, este ano, mais ainda. Isso deve-se ao estilo de jogo que temos pois com este mister temos um estilo mais ofensivo. Nos primeiros jogos fiz muitos golos", defende o internacional português que ainda se revela orgulhoso do seu feito: "Foi e é importante para mim. A marca que eu tinha apontado eram os 16 golos, queria ultrapassá-los, e neste momento já passei jogadores como António Oliveira e Balakov. Para mim é um orgulho enorme deixar a marca no clube como o médio com mais golos na história, e poder passar dois dos jogadores que marcaram a nível individual e coletivo".

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