Carlos Vieira antecipa redução da massa salarial e de custos com o pessoal

Vice-presidente do Sporting para a área financeira aborda momento do clube

• Foto: Pedro Catarino

O vice-presidente do Sporting para a área financeira admitiu que, face ao momento conturbado dos leões, terá necessariamente de existir um travão nesta área, lamentando que a ausência de estabilidade tenha levado a este ponto.

"Tínhamos o empréstimo obrigacionista e seria feito o revolving. Numa lógica de estabilidade a situação estaria sanada. Não havendo, tem havido dificuldades com o empréstimo obrigacionista, os 30 milhões que empurrámos para novembro e a nova emissão que não foi possível e que daria um apoio de tesouraria necessário para que a venda de jogadores fosse uma possibilidade. Vai haver uma redução da massal salarial à partida, uma redução dos custos com pessoal e com a equipa técnica", começou por dizer Carlos Vieira numa entrevista ao 'Diário de Notícias', apontado o dedo a "pessoas com responsabilidade no clube", nomeadamente a Holdimo e Jaime Marta Soares, por terem "tentado estrangular-nos do ponto de vista financeiro."

Ainda assim, Vieira garante que o Sporting "está em condições, neste momento, de sanar os seus compromissos" mas alertou: "mantendo-se a instabilidade, a situação vai ficar complicada."

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