Carlos Vieira defende compra dos créditos bancários pela SAD do Sporting

Antigo vice-presidente lamenta rescisão dos antigos contratos

• Foto: Vítor Chi

Num artigo publicado na newsletter 'Link to Leaders', o antigo vice-presidente do Sporting, Carlos Vieira, aborda a reestruturação bancária que está a ser negociada pela atual administração da SAD e questiona a opção de não terem avançado os contratos anteriormente negociados, que descreveu em baixo.

"Comprar os créditos detidos pelo BCP e Novo Banco sobre a SAD e o clube (cerca de 150 M€ de empréstimos e 135 M€ de VMOCs - obrigações convertíveis em ações) por um valor de, no máximo, €150); II A SAD e o clube ficariam a dever os seus créditos à SGPS pois um haircut direto nos bancos aquelas originaria, muito possívelmente IRC a pagar; III Como a SGPS deve ao clube cerca de 70 M€ acertavam-se as contas e o clube, sem mais, ficava sem dívida bancária e "arrumadinha" beneficiando os seus mais de 170 mil sócios; IV A SGPS ficaria com 135 M€ de VMOCs adquiridas a um baixo valor que, se interessasse ao Sporting, poderia transformar em ações ou vender com ganhos a parceiros a sério; V Todas as restantes garantias prestadas aos bancos ficariam libertas", defende Carlos Vieira, recordando uma entrevista concedida ao DN onde esclareceu os acordos de reestruturação negociada.

Estranhando a decisão, o antigo responsável leonino lança uma crítica ao atual responsável financeiro, Francisco Zenha. "Sendo quem gere agora estes processos um homem da banca (e que a ela necessariamente regressará) porque não manteve os contratos com quem negociava "agressivamente", à "abutre" (mas do lado certo da barricada)? Porque será que rescindiram esses contratos? Porque será? Desta vez não será certamente do guaraná", questiona.

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