Procuradora mantém acusação a Bruno de Carvalho: assim foi o debate instrutório do ataque à Academia

Trinta e dois arguidos estiveram na sala

 Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
 Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
 Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
 Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
 Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
 Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra
Bruno de Carvalho a chegar ao tribunal, acompanhado pela irmã Alexandra

Acabou a sessão no Campus de Justiça. Saliente-se que a procuradora Cândida Vilar manteve na íntegra a acusação ao ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho, por considerar que a matéria de prova se mantém. A procuradora manteve ainda as acusações aos 44 arguidos, solicitando que vários dos detidos preventivamente passem para "obrigação de permanência na habitação com vigilância eletrónica (OPHVE)", entre os quais Bruno Jacinto, antigo oficial de ligação aos adeptos.

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19h39 - O 'Expresso' diz que Cândida Vilar quer manter Bruno de Carvalho como arguido e que nada do que o ex-presidente do Sporting disse a fez mudar de ideias.

19h10 -  Também foi pedida prisão domiciliária para o arguido Luís Almeida, segundo a RTP.

18h35 - Entre esses pedidos de Cândida Vilar, estará a alteração da medida de Nuno Torres para prisão domiciliária. Recorde-se que Nuno Torres conduzia o célebre carro azul que entrou e saiu na Academia no dia do ataque.

18h25 - A Procuradora Cândida Vilar terá pedido a revisão das medidas de coação de alguns arguidos, segundo avança a SIC Notícias.

16h30 - Foi feita uma pausa.

16h26 - Procuradora pede prisão domiciliária para Bruno Jacinto.

16H15 - "Tenho oito filhos para dar de comer. Não mal a ninguém. A senhora prejudicou a minha vida", diz Elton Camará que acaba por ser expulso da sala de audiências.

16h03 - "Os senhores sabiam que havia crianças na Academia. E mesmo assim atiravam tochas pelas janelas. Isso não se faz a ninguém e os senhores fizeram", diz a procuradora.

Ambiente de grande tensão.

16h02 - Elton Camará levanta a voz e o juiz pede que se cale. Elton quer sair e levanta-se.  A família já antes estava a implorar para que se acalmasse.

15h56 - "Elton Camará terá ido [a Alcochete] conviver com Jorge Jesus?", questiona ironicamente a procuradora.

 A TVI diz que o Ministério Público quer que 33 dos 34 arguidos que estão em prisão preventiva passem para prisão domiciliária. Mustafá continuaria em prisão preventiva.

15h55 - Cândida Vilar diz aos arguidos que assumam o que foram fazer à Academia. "Foram porque estavam irrequietos com o treinador e jogadores", diz.

15h47 -
A procuradora fala sobre "motim" no aeroporto da Madeira. "O que se passou no aeroporto tem tudo a ver com o ataque à Academia", afirma. "Temos graves problemas de segurança em Portugal. Estamos perante casos graves de terrorismo. Qualquer cidadão que fizesse isto era imediatamente deitado ao chão e com uma bala de borracha", refere.

15h33 - 
A procuradora dirige-se agora a Sérgio Santos: "O senhor entrou na Academia na carrinha da Juve Leo".

15h25 - 
Procuradora começa a falar sobre o arguido Celso Cordeiro.

15h20 -
O 'Expresso' relata o aviso do juiz a Mustafá. "O senhor ouve o que a senhora procuradora está a dizer sem interromper".

15h19 - "Agradecia que o senhor Mustafá não se ria enquanto falo", diz a procuradora para o líder da Juventude Leonina.

15h18 - 
A procuradora recorda as conversas no WhatsApp entre arguidos que falam em agredir jogadores nomedamente Acuña. Segundo o 'Expresso', alguns arguidos reagem: "Falei no Acuña? Não disse nada disso, está tudo maluco?".

14h53 -
A procuradora Cândida Vilar diz que um dos apensos com as novas provas que irá apresentar tem informações sobre André Geraldes.

14h36 - 
A procuradora Cândida Vilar diz ter novas provas. Exames periciais feitos aos telemóveis dos arguidos anexados ao processo, nomeadamente de Bruno de Carvalho e Mustafá, segundo o 'Correio da Manhã'.

14h32 -
Arranca a segunda parte.

13h50 -
Bruno de Carvalho já está de regresso ao Campus de Justiça.

13h00 -
Pausa na sessão. O recomeço está marcado para as 14 horas no Tribunal de Instrução Criminal.

12h42 - 
"As bocas saem sistematicamente da bancada do juiz e não por parte de Bruno de Carvalho", disse o advogado de Bruno de Carvalho à saída do tribunal.

12h40 -
O advogado de Bruno de Carvalho, Miguel Fonseca, diz que o processo "está morto".

12h20 -
A procuradora Cândida Vilar diz que "não cabe aos magistrados solicitar esclarecimentos sobre os métodos de intervenção das forças de segurança".

11h57 -
O advogado Miguel Matias quer saber se a Polícia Judicirária se absteve de avançar com a investigação e por isso pede explicações ao diretor nacional. "Ou simplesmente não cumpriu com o dever de ir à Academia?", questiona.

11h55 -
A advogadaSandra Martins fala nas conversas de WhatsApp e diz que as apreensões dos telemóveis não poderiam ter sido feitas. 

11h40 - 
Quinze advogados querem pedir nulidade de provas e assinar por baixo o que foi dito anteriormente pelo advogado do ex-gestor de redes sociais do Sporting, Emanuel Calças.

11h28 -
Vários advogados dizem ao juiz Carlos Delca que subscrevem o requerimento apresentado por Melo Alves. 

11h21 -
Pequena tensão no tribunal. "Senhor Bruno de Carvalho, não lhe digo outra vez para estar calado. Não veio para aqui para estar a falar com ninguém", disse o juiz para o ex-presidente leonino, que se envolveu numa troca de palavras acesa com o advogado do ex-gestor das redes sociais do Sporting.

11h01 -
Procuradora Cândida Vilar responde ao advogado do ex-gestor das redes sociais do Sporting, Emanuel Calças, e admite que o despacho realmente não foi feito, mas que as diligências da polícia foram feitas com o conhecimento do Ministério Público. "Forças policiais tiveram de atuar dado o perigo e possibilidade de crime de terrorismo", disse a procuradora.

10h56 -
"O acesso aos telemóveis deveria ter sido feito de acordo com critérios mais apertados. O telemóvel é uma extensão da personalidade de cada um", referiu o advogado de Emanuel Calças, pedindo novamente nulidade de todas as conversas de WhatsApp entre os arguidos.

10h48
-  O advogado de Emanuel Calças confessa que tanto a NOS, a MEO e a Vodafone receberam pedido de todos os registos da zona da Academia de Alcochete. As operadoras enviaram os dados pedidos. O acesso a estes dados é nulo, de acordo com o advogado, sublinhando ainda que o acesso às comunicações viola a lei. "A polícia pôde escancarar a vida privada dos presentes na Academia", disse.

10h45 - O ex-gestor das redes sociais do Sporting, Emanuel Calças, de 21 anos, quer a nulidade de todo o inquérito. O seu advogado fez um requerimento a pedir nulidade de provas. Alega que devia ter feito despacho por terrorismo, uma vez que a polícia iniciou uma investigação alegadamente por terrorismo sem a existência desse despacho. 

10h39 -Começa o debate instrutório do ataque à Academia de Alcochete. Estão 32 arguidos na sala.

10h14 - Bruno de Carvalho chega ao Tribunal de Instrução Criminal, em Lisboa, na companhia da irmã Alexandra.

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