Do garrafão de 25 litros nas costas de Battaglia à proteção de Palhinha: o que disseram os jogadores do Sporting à GNR

'Expresso' teve acesso aos autos com os relatos do plantel leonino após ataque à Academia

O 'Expresso' teve acesso a mais de 20 depoimentos de jogadores e elementos do staff do Sporting à GNR no comando Territorial de Setúbal, horas depois do ataque de que foram alvo na Academia, na semana passada. Pelas declarações prestadas, ficou evidente que Battaglia e Acuña, mas também Rui Patrício e William eram alguns dos principais alvos iniciais e que João Palhinha evitou males maiores.

O extremo argentino, por exemplo, relata que "sobre ele caíram cerca de 5/6 meliantes que o agrediram fisicamente com murros na zona da cabeça e corpo", enquanto que compatriota revela que "cinco a seis indivíduos o ofenderam verbalmente, ameaçaram-no de morte", deram-lhe "murros na face, ombro direito e tronco e ainda, enquanto estava a tentar proteger-se, foi atingido na cintura e costas com um garrafão de 25 litros de água que lhe provocou fortes dores."

Fredy Montero, por seu turno, diz ter ouvido da parte dos hooligans, ao entrarem, a frase "onde está o Acuña e o Battaglia?" e garantiu que teria sido mais agredido não fosse a intervenção de João Palhinha a protegê-lo.

Já Bruno César deu conta de que o grupo de vândalos "atuou sempre em bloco, com alguma organização, presumindo que tais atos foram premeditados, barrando claramente a tentativa de fuga dos atletas para o exterior."

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