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Eduarda Proença de Carvalho: «A minha permanência seria aceitar o estado de caos»

Explica por que renunciou ao cargo de vice-presidente da mesa da AG do Sporting

• Foto: Paulo Calado
Eduarda Proença de Carvalho justificou a sua demissão do cargo de vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) do Sporting com divergências de opinião com a maioria dos membros deste órgão social dos leões. Na carta enviada pela advogada a Jaime Marta Soares, a que Record teve acesso, Proença de Carvalho diz que sempre defendeu que a MAG deveria demitir-se na sequência dos acontecimentos envolvendo o clube e que, não vendo as coisas tomar esse rumo, acabou por sair sozinha. Refira-se, contudo, que horas depois a MAG anunciou a sua demissão em bloco.

"Depois dos inenarráveis acontecimentos na Academia de Alcochete e as inacreditáveis suspeitas de corrupção, voltei a comunicar, de forma veemente, a minha opinião sobre as medidas urgentes que deveriam ser tomadas pela Mesa da Assembleia Geral do Sporting. No entanto, tornou-se manifesta a existência de uma insanável divergência entre essa opinião, por mim sentida e comunciada, ainda por diversas vezes no dia de ontem, e a opinião de V. Exa, enquanto presidente do órgão a que pertenço no Sporting, a qual tenho de compreender e respeitar", começou por dizer, prosseguindo:

"Tendo em conta essa posição de discordância, (...) não vejo outra solução que não seja apresentar a minha renúncia ao cargo. (...) A minha permanência seria aceitar o estado de caos que há meses se instalou. A posição que manifestei ontem na reunião da MAG tornou-se hoje ainda mais evidente. Sempre fui leal para com a MAG e seu presidente. Neste momento, ao contrário do manifestado pela maioria na reunião de ontem, considero, novamente, que só a demissão imediata da MAG poderá evitar o pior. Percebo, respeito e compreendo, contudo, a posição tomada por todos. E sei que todos os membros da MAG lutam fortemente pela defesa intransigente dos interesses do Sporting", sublinhou Eduarda Proença de Carvalho.
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