Filipe Osório de Castro: «Não queremos a venda da SAD»

O vice-presidente do Sporting responde a José Eduardo e ainda nega divergências nos órgãos sociais

• Foto: Luís Manuel Neves

Filipe Osório de Castro garante que a SAD "não está à venda" e nega quaisquer divergências nos órgãos sociais, que permanecem unidos. Em exclusivo a Record, o vice-presidente revela total confiança no trabalho que está a ser realizado.

Excluindo a venda da SAD defendida por José Eduardo, o responsável lembra que esta não é a vontade dos sócios. "Não queremos vender a SAD. Fomos claros durante a campanha e não está no nosso programa. Não é o que os sócios querem", garante, sem poupar o antigo futebolista: "Os sportinguistas não são parvos. Depois dos desaires aparecem sempre os mesmos! Este senhor esteve anos a fio sem falar ou, quando falava, era para apoiar o anterior presidente. Não quero acreditar que esta mudança de atitude tenha algo a ver com o facto de entre 2003 e 2019 a sua empresa [de catering] ter faturado com o Sporting qualquer coisa como 19 milhões de euros em comidas e bebidas. Esta direção quando entrou abriu um concurso e ganhou outra empresa", explica.

Desestabilização

Os rumores relativos a divergências aos órgãos sociais são outro tema que Filipe Osório de Castro não deixa de comentar, e vê essas falsas informações como focos de "desestabilização". "Não entendo esse tipo de notícias que só visam desestabilizar o clube e provocar o pânico nos sócios. Ou melhor, tenho uma ideia de onde vêm infelizmente", acrescenta o dirigente que assegura a boa relação entre os órgãos sociais: "O Sporting tem a sorte e a felicidade de ter um grupo com qualidade inegável. Uma frente unida, coesa, desde o primeiro dia, focada no rumo que foi definido sob a liderança de Frederico Varandas. Não vale a pena irem por aí".

"Corrigir alguns erros"

O vice-presidente Osório de Castro reconhece que "a época de futebol tem decorrido de uma forma que não corresponde ao planeado e ao que era esperado", mas garante que a direção está "a trabalhar para corrigir alguns erros e estabilizar o comando técnico da equipa." Porém, há outro trabalho que o dirigente destaca. "A redução dos custos de um plantel demasiado grande e os investimentos na Academia, que vão aumentar a capacidade de formação de qualidade", assegura o ‘vice’, concluindo: "Independentemente das dificuldades que tivemos acreditamos muito no valor do plantel."

Por Vítor Almeida Gonçalves
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