André Geraldes saiu bem-disposto do TIC e, sabe Record, está bastante confiante em que será ilibado. Entende, todavia, que há dois pesos e duas medidas na Justiça. A razão? Sai em liberdade, mas é obrigado a pagar caução e fica proibido de exercer funções desportivas.

Ora, Paulo Gonçalves, assessor jurídico do Benfica e arguido no processo E-Toupeira, mantém-se em funções, não tendo sido obrigado a pagar caução. André Geraldes é defendido pelos advogados Rocha Quintal (coordenador), Tiago Coelho e Alexandra Sapateiro.