Jaime Marta Soares: «Houve desrespeito entre sócios e a Mesa suspendeu os trabalhos»

Presidente da Mesa da AG nega que se tenham ultrapassado os limites do bom senso

• Foto: Luís Manuel Neves

Jaime Marta Soares confirmou a existência de um "momento quente" que levou à interrupção dos trabalhos, mas negou que a situação tenha ultrapassado "os limites do bom senso". Em declarações à comunicação social, o presidente da Mesa da Assembleia Geral considerou que tudo se tratou de "falta de calma". 

"Foi da assembleias-gerais mais concorridas de sempre da era Bruno de Carvalho. Estiveram presentes 800 sócios e quase 5 mil votos. Dos 8 pontos da ordem de trabalhos, 6 foram aprovados. Tudo levava a acreditar que esses dois pontos seriam votados, mas quando estávamos para dar início à votação faltou calma às pessoas para que isso acontecesse. Depois houve desrespeito entre os sócios, o momento esteve quente mas sem ultrapassar os limites do bom senso. Nada ultrapassou minimamente os limites do que quer que seja. Numa alteração estatutária vem sempre ao de cima o calor dos que desejam, de outros que não desejam", começou por revelar, à saída da sessão.

"A sessão ficou suspensa e será retomada, por isso acabaremos por concretizar com vontade dos sócios o que é a reforma estatutária que se impõe, uma reforma inovadora, uma reforma de futuro para garantir as exigências de uma instituição como o Sporting Clube de Portugal. Foi respeitado religiosamente tudo o que era a vontade dos sócios, só foi pena que não tenhamos atingido o pleno mas é assim a vida democrática. A certa altura a falta de calma toca nalgum desrespeito e compete à Mesa suspender os trabalhos porque não havia condições", explicou Jaime Marta Soares

O presidente da Mesa da Assembleia Geral negou ainda que Bruno de Carvalho tenha abandonado a sessão. 

"Abandonou é um termo muito forte. Ele saiu naturalmente da sala. Não havia a calma suficiente e houve alguns desrespeitos que as pessoas não aceitaram muito bem. O presidente entendeu sair pois sentiu que não havia condições. Saiu naturalmente e só não saiu a Mesa porque entendemos ficar até ao fim. Mas estas não são situações que preocupem e que nos levem a pensar que no futuro não vamos conseguir aprovar os estatutos. O que aconteceu não põe minimamente em causa os objetivos a que nos propusemos", admitiu.

Por Ricardo Granada
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