Jorge Jesus: «É um ponto de honra para mim ser campeão pelo Sporting»

Treinador reforça que não abandona projeto a meio e deixa garantia

• Foto: Lusa

Jorge Jesus reforçou, esta quarta-feira, que "está fora de questão" abandonar o projeto a meio. O treinador deixou, em entrevista à Sporting TV, que se mantém o objetivo que assumiu quando chegou ao clube.

"Claro que é um ponto de honra para mim ser campeão pelo Sporting. Quando vim para o Sporting vim com o objetivo concreto de ser campeão, reduzir o espaço que havia entre os nossos dois rivais e o Sporting. Não é por acaso que em 40 anos o Sporting ganhou quatro campeonatos… Não é nada de novo… Sei perfeitamente qual é a diferença que havia, sei que no primeiro ano em termos de equipa, dentro das quatro linhas, nivelámos por cima, igual aos rivais. Não fomos campeões por milagre", disse JJ.

O técnico  explicou que agora "há que caminhar, reorganizar e criar estruturas para que a equipa tenha uma retaguarda forte" e para "que não abane ao primeiro percalço".

"Não pode abanar. Para isso, tem de ter uma boa estrutura de comunicação e não só. E depois, não dar azo a todos estes episódios que quando não ganhamos se criaram", continuou.

Jesus pôs de lado qualquer ideia de rutura. "Isso está fora de questão. Se neste momento estás na pontuação que estás tens de perceber porquê e saber recuperar, para o presente e para o futuro, a forma de poderes continuar com um projeto que é comigo e com o presidente, eu com mais responsabilidade e com conhecimento para fazer mais comparações. Temos de crescer dentro daquilo que é a equipa. Isso crescemos logo no primeiro ano e agora fazer toda ela uma organização de uma estrutura – algo que o presidente está a fazer – forte para o futebol".

JJ não atira a toalha ao chão

Apesar da diferença de 10 pontos para o líder Benfica, JJ assegurou que a equipa leonina não vai desistir: "É exatamente da mesma maneira. Enquanto for matematicamente possível, nós encaramos que temos todas as possibilidades como os outros rivais. Não deixando de reconhecer que a questão pontual e a redução de jornadas será sempre favorável para quem vai à frente".

"Estamos convencidos, o treinador está convencido, que este momento menos bom vai ser ultrapassado, para além da responsabilidade com um sentido coletivo. Mandar a toalha ao chão? Que eu saiba isto é futebol, não é boxe. Não mandamos a toalha ao chão", frisou.

Por Bruno Fernandes
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