«Vamos matar-vos»: Ristovski e Bruno Fernandes descreveram ataque à Academia ao detalhe

Capitão e lateral do Sporting foram ouvidos esta terça-feira em tribunal no âmbito do julgamento

Ristovski e Bruno Fernandes foram os jogadores do Sporting que falaram esta terça-feira em tribunal, na 11.ª sessão do julgamento do ataque à Academia. Os dois futebolistas descreveram ao pormenor o dia do ataque. Vasco Fernandes, Secretário técnico, também foi ouvido.

Tudo o que aconteceu na 11.ª sessão do julgamento

18h06 - Miguel Fonseca, advogado de BdC, pediu, por discrepância entre versões de Vasco Fernandes e Bruno Fernandes, que seja feita uma acariação para se perceber quem falou no treino para a manhã de 15 de maio de 2018. O Ministério Público diz que lhe parece prematura a acariação porque ainda faltam testemunhas relevantes. O tribunal diz que fica sem efeito o pedido de acariação, que é assim indiferido.

17h58 - Termina o interrogatório e a sessão de hoje. Na quinta-feira de manhã será ouvido Virgílio Abreu e, à tarde,
Podence (por Skype) e Ricardo Vaz.

17h48 - Bruno Fernandes diz que não procurou proteção, mas foi-lhe oferecida um dia depois do sucedido. Num primeiro momento diz que pelo Sporting, mas depois corrige: "Não pela minha entidade patronal, mas sim pela Federação Portuguesa de Futebol, peço desculpa". Assume também ter, a título pessoal, contratado segurança pessoal, até ao momento em que foi convocado para a Seleção Nacional. "Entre 4 a 5 dias", diz.

17h42 - Juíza deixa um recado aos advogados, depois de várias perguntas repetidas: "Deviam ouvir mais e falar menos..."

17h37 - Bruno Fernandes diz que não se recorda do horário da reunião convocada pela administração no dia anterior ao ataque à Academia.

17h34 - "O seu colega Raphinha não passou por uma invasão quando estava no V. Guimarães?", questiona Miguel Fonseca. De novo, intervém a juíza e pede ao advogado de BdC para se remeter aos factos: "Não me interessa se é Guimarães ou na Cochinchina"

17h31 - O advogado de Bruno de Carvalho, Miguel Fonseca, pede a palavra e diz para Bruno Fernandes: "Boa tarde... Como é que se chama?". A juíza avisa o advogado.

17h29 - A advogada Sandra Martins volta a perguntar pela autor do vídeo no rescaldo do ataque. "Foi o sr. Gonçalo Álvaro que o fez, naquele vídeo em que o Bruno [Fernandes] está a vestir os calções e diz que se vai embora?", questiona. "Sei de que vídeo está a falar, mas não me lembro quem filmou", diz o médio leonino.

17h18 - Bruno Fernandes: "Mais do que a minha vida, temi pela vida dos meus familiares, principalmente a minha filha e a minha mulher. Pedi à minha mulher que fossem para o Porto, para que nada lhes pudesse acontecer."

17h16 - Bruno Fernandes: "As únicas palavras que tenho presentes são do Rui e do William a dizerem 'calma, calma'. E o Petrovic estava virado de costas para os adeptos, a tentar proteger o Acuña".

17h12 - Bruno Fernandes sobre BdC nessa reunião. "Lembro-me de dizer 'aconteça o que acontecer estão comigo?' E disse que então amanhã à tarde estávamos lá. Percebi que no dia seguinte ia à Academia. Disse 'amanhã estarei lá convosco'. Percebi que era no treino."

17h10 - Bruno Fernandes fala agora sobre a reunião com Bruno de Carvalho, na véspera do ataque: "Foi discutir os acontecimentos na Madeira e o momento da equipa. Foi discutido o que tinha acontecido entre o Acuña e o Battaglia e os adeptos".

17h07 - Bruno Fernandes diz que o treino de 15 de maio estava marcado para de manhã e que as sessões são "marcadas semanalmente". "O presidente Bruno de Carvalho é que disse que o treino seria à tarde. Não deu explicação nem disse a hora. Foi especificada mais tarde pelo Vasco", esclareceu

16h50 - Bruno Fernandes é questionado sobre se ficou com receio. "Obviamente, ainda hoje, quando temos os jogos, sinto ansiedade que caso as coisas não corram bem possa acontecer novamente".

16h45 - Bruno Fernandes: "Vi o míster Jesus com sangue na boca. O Bas Dost tinha a cabeça já a ser tratada, a levar pontos."

16h40 - Bruno Fernandes admite que "não teve tempo de reagir ou pensar": "Foi tudo muito rápido. Ninguém me tocou, tirando um que me meteu o braço e disse que não era nada comigo"

16h35 - Bruno Fernandes recorda as ameaças: "Enquanto entravam no balneário diziam 'Vamos matar-vos, Acuña vou-te apanhar'. Antes de saírem disseram "Não ganhem no domingo que vão ver o que vos acontece". O internacional português disse ainda que se recorda de terem sido atiradas duas tochas dentro do balneário.

16h32 - Bruno Fernandes: "O Battaglia tentou vir para perto de mim, que estava na zona das macas, e eu tentei pegar na máquina do gelo para impedir que lhe acertassem. Atiraram-lhe um garrafão de água na zona dos braços"

16h31 - Bruno Fernandes: "Eu e o Sebá [Coates] tentámos impedi-los, mas não conseguimos, disseram que não era nada connosco. Depois um outro agrediu o William. Disseram-nos que não merecíamos vestir a camisola do Sporting, que éramos uma m.... e uns filhos da p... Um deu um soco nas costas ao William."

16h28 - Bruno Fernandes continua a descrever os primeiros segundos do ataque: "Os primeiros foram diretos ao Rui Patrício e William e depois outros ao Acuña e Battaglia. O Ricardo Gonçalves tentou segurá-los, mas não conseguiu. Gritavam pelo nome do Acuña, do Battaglia, do William e do Patrício"

16h26 - "A porta do balneário estava aberta, o nosso team manager estava a tentar fechá-la mas não conseguiu, porque entretanto chegaram os adeptos", recorda Bruno Fernandes. O capitão do Sporting identifica o team manager como Vasco Fernandes.

16h25 - Bruno Fernandes: "Estavam praticamente todos os jogadores do plantel no balneário, acredito que 24 ou 25, e alguns da equipa técnica. Só o mister Jorge Jesus é que não estava. Entraram 20 a 25 adeptos, foram entrando gradualmente"

16h24 - Começa a agora a ser ouvido Bruno Fernandes.

16h20 - Termina o interrogatório a Ristovski, cujas últimas palavras foram "obrigado, tchau", em português. Segue-se o depoimento de Bruno Fernandes.

16h15 - Ristovski diz que em momento algum pediu proteção pessoal ao Sporting ou à polícia. O lateral admite que pensou mudar de casa, mas decidiu esperar para ver qual o ambiente no clube e decidiu-se por ficar na sua residência e no Sporting.

16h14 - "Desde que esteve na Macedónia de férias até regressar, em algum momento foi convidado a rescindir contrato?", pergunta Miguel Fonseca. A juíza não permite a pergunta e atira: "Não me interessam as rescisões", pedindo ao advogado para se cingir às datas dos factos.

16h12 - Miguel Fonseca pede a Ristovski para repetir, palavra por palavra e em português, o que os invasores disseram aos jogadores no balneário. "Isto é um grande clube, têm de o respeitar mais e jogar mais", diz o lateral.

15h48 - "Ainda hoje, de cada vez que o Sporting perde, fico com medo que a situação se repita", assume o futebolista. 

15h41 - O advogado do Sporting interroga o lateral. Pergunta-lhe acerca dos palavrões que os invasores terão gritado no balneário, mas Ristovski diz que, na altura, pelo facto de não saber português, não sabe dizer em concreto.

15h41 - Ristovski é confrontado com algumas fotografias e é questionado se reconhece o indivíduo em questão. Ristovski diz que a qualidade da imagem é má, mas identifica-o como o indivíduo do dente dourado. 

15h32 - Lateral refere que Bas Dost, Misic e Montero ficaram feridos na cabeça.

15h29 - Ristovski confirma ter ficado com "medo" após o sucedido. O lateral revela que ficou alojado num hotel e deu indicação à mulher e ao filho para voltarem para a Macedónia. Após completar a época, juntou-se à família no seu país.

15h22 - Ristovski diz que nenhum jogador ou elemento da equipa técnica do Sporting tentou sair do balneário, alegando que ficaram "de braços cruzados e à espera de ser agredidos". Só "meia hora depois" saíram do espaço.

15h21 - Questionado quanto à fisionomia do invasor de dente dourado, Ristovski recorda que o sujeito em causa tinha barba. O futebolista refere também não ter ficado com a sensação que algum companheiro de equipa conhecia algum invasor.

15h13 - Ristovski diz que se lembra de dois invasores negros e um outro, branco, com um dente dourado. O trio entrou no balneário, diz o futebolista, referindo que o indivíduo com dente de ouro atacou Acuña e que os dois invasores negros ficaram a falar com Ricardo Gonçalves. Ristovski alega que Ricardo Gonçalves estava a tentar afastar esses dois invasores para assim proteger os jogadores.

14h58 - Ristovski recorda que "4 ou 5 rodearam o Acuña e deram-lhe chapadas de mão aberta na cara e na cabeça". O lateral diz que também presenciou agressões a Battaglia, ao mesmo tempo que se tentava proteger. O jogador diz ainda que os agressores de Acuña e Battaglia não eram os mesmos, pois os 10 a 15 adeptos que entraram no balneário "dividiram-se" entre os jogadores.

14h53 - O jogador recorda que os adeptos dirigiram palavras concretas a Acuña e Battaglia, mas também falaram ao grupo: "Esta é a vossa última oportunidade, não podem jogar desta forma", disseram

14h52 - O lateral alega que os jogadores conseguiram fechar a porta metálica que dá acesso ao balneário, mas os invasores conseguiram abri-la. Os adeptos tentaram perceber quem estava em pé e quem estava sentado, para ver em quem "batiam primeiro". "Estava em pé e ao meu lado estava o Acuña", diz

14h46 - Quando percebeu que os adeptos iam invadir a ala profissional, Ristovski diz que voltou para trás e ficou no corredor que dá acesso ao balneário. "Tenho a certeza que, naquele espaço, entraram 15 a 25 pessoas. Dentro do balneário foram cerca de 10 a 15", relata.

14h38 - Ristovski diz que na altura do ataque estava dentro do balneário, em pé. Viu os adeptos pela primeira vez na sala das botas, quis sair mas não conseguiu porque a porta estava trancada. Ristovski conta que os adeptos gritavam palavrões e ameaças, entre as quais "Vamos matar-vos".

14h33 - Ristovski é o primeiro a ser ouvido esta tarde. O futebolista da Macedónia conta com a ajuda de uma tradutora.

14h26 - A sessão ainda não foi retomada. A audição dos jogadores do Sporting, por videoconferência, estava prevista começar às 14 horas.

13h48 - Ristovski e Bruno Fernandes já chegaram ao Tribunal do Montijo, de onde vão testemunhar por videoconferência. 

12h28 - Termina o interrogatório a Vasco Fernandes. Pausa para almoço. Da parte da tarde, a partir das 14 horas, será a vez de Bruno Fernandes e Ristovski serem ouvidos por videoconferência.

12h22 - Rocha Quintal levanta-se e vai falar com Mustafá, seu cliente

12h18 - Rocha Quintal, advogado de Mustafá, questiona a testemunha e evoca a "saudação nova das claques aos jogadores, o haka". Sentado na sala, Miguel Fonseca, advogado de Bruno de Carvalho e confesso sportinguista... imita o gesto.

12h00 - O secretário técnico reafirma que os jogadores não reagiram aos insultos e agressões dos invasores.

11h49 - Vasco Fernandes vai ao telemóvel recuperar as mensagens enviadas por André Geraldes depois do jogo na Madeira. "Mandou-me uma à 1h50 a avisar das reuniões e as 2h56 confirmou as horas: treinadores às 16h30, jogadores às18h e todo o staff às 19h". 

11h44 - A advogada Sandra Martins pergunta se foi Gonçalo Álvaro, fisioterapeuta do Sporting, quem gravou o vídeo do rescaldo do ataque. Vasco Fernandes diz que não sabe. 

11h43 - Agora é a vez dos advogados dos arguidos questionarem a testemunha.

11h15 - A testemunha partilha uma conversa que teve com Jorge Jesus, no avião, depois da derrota na Madeira com o Marítimo, dias antes da invasão. "Tínhamos combinado duas ou três semanas antes que o treino oficial da Taça de Portugal era terça-feira à tarde, no Jamor. No avião, depois daquele resultado negativo, ele veio ter comigo e disse 'já não vamos treinar para o Jamor na terça à tarde, fala com a Federação. Vamos treinar na Academia' . Cinco minutos depois diz-me 'afinal não é terça à tarde, é quarta de manhã' . Cinco minutos depois diz-me que afinal não sabia bem e que depois me dizia. Quando cheguei a casa avisei os jogadores que segunda-feira era folga e depois os avisava quanto ao treino de terça."

11h10 - O advogado do Sporting volta a incidir sobre a marcação do treino de terça-feira, dia do ataque. "Com este treinador era sempre tudo um bocadinho à última da hora", refere Vasco Fernandes.

11h09 - A testemunha refere que, nas reuniões, estavam presentes "Bruno de Carvalho, André Geraldes e dois administradores". "Creio que Carlos Vieira e Rui Caeiro", diz. 

11h04 - Miguel Coutinho, advogado do Sporting, vai agora interrogar a testemunha.

Estão presentes 17 arguidos, entre os quais Mustafá e Aleluia. Bruno de Carvalho não está na sala.

11h01 - A juíza pede a Vasco Fernandes para recordar as palavras de Bruno de Carvalho à estrutura. "Perguntou-nos 'independentemente do que aconteça amanhã, quero saber se estão com esta direção'. Entendemos aquilo como se o Jota (Jorge Jesus) fosse embora e viesse alguma solução de recurso para o jogo da Taça", conta. "Como ninguém não disse que não estava com ele, ele diz "vemo-nos lá amanhã às... ' e olha para mim. E eu digo 'o treinador disse-me que é às 16h'. O treinador ligou-me, depois da reunião com a administração, a pedir para avisar os jogadores que o treino no dia seguinte seria às 16h". Vasco Fernandes frisa não ter ficado com a impressão que Jorge Jesus estava despedido depois da reunião com Bruno de Carvalho, admitindo que o ex-técnico do Sporting estava com "má cara."

10h55 - O secretário técnico diz que, "na madrugada de domingo para segunda-feira", foi avisado por André Geraldes que "iria haver reuniões com a administração". "Avisei os jogadores e staff, menos a equipa técnica. Creio que a reunião com a equipa técnica foi às 16h30, uma hora depois com os jogadores e uma hora depois o staff. Quem avisou a equipa técnica foi o André Geraldes."

10h43 - "Depois de tudo, saí do balneário e vi o Jorge Jesus, com a mão cheia de sangue e o nariz ensanguentado. Estava a falar com o Fernando Mendes e uma segunda pessoa, que depois descobri que era o Aleluia. Não percebi o que falavam. Pareceu-me que o Jorge Jesus lhes estava a pedir satisfações", conta Vasco Fernandes, que refere não ele não foi agredido: "Atiraram-me um rolo de tape, passou de raspão, não me aleijou."

10h40 - O secretário técnico recorda ainda algo que diz o ter surpreendido: "À entrada do balneário estava o Rafael Leão, a esse ninguém lhe bateu e até o cumprimentaram. Fiquei surpreendido. Disseram-lhe: 'a ti não te fazemos nada, não te preocupes'". Vasco Fernandes continua: "pareceu-me uma eternidade. Chega um momento em que um deles diz 'está na hora, vamos embora', como se tivessem aquilo planeado."

10h36 - Vasco Fernandes refere que, no balneário, estavam "25 ou 30 adeptos" para "cerca de 20 jogadores". E confirma agressões a vários futebolistas: "Não entraram para falar com ninguém. Aconteceu tudo muito depressa, mas os jogadores foram logo agredidos. O Montero levou uma estalada no rosto, é uma imagem que tenho completamente clara na minha cabeça. Ao Acuña também, que estava dois ou três lugares ao lado. Também agrediram o Rui Patrício, William e Battaglia". "Todos os jogadores que se metiam à frente, eles diziam 'sai daqui que eu mato-te'."

10h32 - "O Ricardo Gonçalves tentou demovê-los, mas já tinha quatro ou cinco adeptos pendurados nele", frisou Vasco Fernandes, confirmando que o diretor de segurança "estava dentro do balneário" durante as agressões.

10h24 - O secretário técnico do Sporting recorda ainda porque as portas não foram logo fechadas: "Entretanto recebo dois estímulos de duas pessoas diferentes. Uma delas o Petrovic que me diz 'não feches a porta, eles que venham!'; Outro do Raul José, que me diz 'Não feches a porta que o homem está lá fora e vão matá-lo'". A testemunha confirma que "o homem" era o então técnico Jorge Jesus.

10h22 - Vasco Fernandes recorda que "um desses jogadores era o Battaglia, mais um ou dois" e que lhes disse "para saírem dali, porque estavam a acicatar os adeptos". "O balneário tem duas portas metálicas. Lembrei-me de as fechar. Pedi a chave ao João Reis, o roupeiro, só que as portas estavam empenhadas e era preciso uma força desgraçada para as fechar", relata.

10h17 - "O Ricardo Gonçalves disse-me para ligar ao João Rolin Duarte , para irmos para o campo. Pensava que eles [adeptos] já estavam dentro do campo. O Ricardo começa a correr na direção deles, eu fiquei para trás. Fiquei surpreendido com aquela situação. Fiquei petrificado." E continua a relatar: "Fui pela ala da formação para tentar fechar a porta de acesso aos balneários. Foi esse o meu instinto. No momento em que estou a ver se está fechada, há um adepto aos pontapés e encontrões à porta da sala das botas. Estava com ar de quem estava com sentimento de fúria e raiva. Os jogadores devem ter ouvido os barulhos e apareceram por trás de mim. Aí os adeptos ficaram ainda piores." 

10h12 - Já começou a 11.ª sessão do julgamento e Vasco Fernandes, secretário técnico do Sporting - que ontem Maximiano referiu com sendo quem avisou da mudança da hora do treino -, já está a ser ouvido.

10h01 - Ainda não chegaram ao tribunal todos os arguidos e como tal a 11.ª sessão ainda não começou. 

9h31 - Miguel Fonseca, advogado de Bruno de Carvalho, já se encontra em Monsanto.

9h27 - Vasco Fernandes, secretário técnico do Sporting, também já se encontra no Tribunal de Monsnato. Será o primeiro a ser hoje ouvido.

9h21 - Miguel Coutinho, advogado do Sporting, chega sozinho ao Tribunal de Monsanto.

9h10 - Para hoje está previsto ser ouvido Vasco Fernandes, secretário técnico, da parte da manhã, com o capitão Bruno Fernandes e também Ristovski a testemunharem a partir das 14 horas, por videoconferência, tal como aconteceu ontem com Maximiano, Wendel e Mathieu. 

Recorde aqui tudo o que aconteceu na 10.ª sessão, que contou com os testemunhos de três jogadores do Sporting: o guarda-redes Luís Maximiano, Wendel e Jérémy Mathieu.

- Bom dia, seja bem-vindo ao direto de mais uma sessão no julgamento do ataque à Academia de Alcochete, um processo que decorre no Tribunal de Monsanto.

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