Coentrão em tribunal: «Na reunião com Bruno de Carvalho senti que ele estava do nosso lado»

Ex-jogador do Sporting presta depoimento no âmbito do ataque à Academia de Alcochete

Está concluída mais uma sessão do julgamento do ataque à academia de Alcochete. Na sessão agendada para esta sexta-feira serão ouvidos William Carvalho, de manhã, e André Geraldes, á tarde.

15h43 - Terminou o testemunho de Coentrão.

15h23 - Coentrão responde agora aos advogados de defesa e explica o que pensa do atrito entre Acuña e Fernando Mendes na Madeira. "Estimo muito o Fernando mas ele desrespeitou naquele momento toda a nossa equipa."

15h10 - Coentrão conta pormenores sobre a reunião com a direção na véspera. "Bruno de Carvalho disse que ia tratar de tudo; disse para nós, e em especial o Acuña, não nos preocuparmos. Disse que ia falar com as claques, com o Mustafá, de forma a acalmar as coisas. Naquela reunião senti que ele estava do nosso lado. Disse que nós éramos como filhos para ele, que ia resolver tudo do Acuña".

14h55 - Questionado sobre os incidentes da Madeira, Coentrão conta o que viu. "Houve uma troca de palavras mas quem anda no futebol percebe que é normal. Os adeptos estavam descontentes e queriam pedir explicações. O Fernandes Mendes estava nervoso e os adeptos viraram-se contra o Acuña, que tal como eu ferve em pouca água. Jorge Jesus, como mister, estava a tentar acalmar tudo mas não estava fácil."

14h30 - "Não vi ninguém a lançar tochas. Só vi o Bas Dost ferido", diz Coentrão. "Eu queria era sair dali. Estava na casa de banho e ouvi gritos. Quando saí da casa de banho vi um indivíduo que parecia ter um cinto na mão."

14h35 - Fábio Coentrão começa a falar por videoconferência.

12h01 - Acabou a sessão. Será retomada às 14h00.

11h58 - O enfermeiro, assistente neste processo, recorda agora que Bas Dost estava a chorar e que foi suturado com seis pontos. "Nos dias seguintes deu para ver que estava muito afetado com o que aconteceu", conta.

11h39 - O enfermeiro continua a prestar o seu depoimento no tribunal de Monsanto, respondendo agora aos advogados de defesa.

11h28 - Questionado sobre os incidentes no aeroporto da Madeira, Carlos Mota foi claro: "No meio daquela confusão, uns tentavam agredir, outros tentavam segurar, e ouvi dizerem com o dedo no ar 'no próximo treino vamos lá estar'", relembra.

11h25 - O enfermeiro relata os momentos tensos vividos dentro do balneário. "Havia muita confusão. Prestei assistência médica a Bas Dost", destacou.

11h19 - Arranca a próxima testemunha. Carlos Mota, enfermeiro do Sporting à altura, relata a sua visão dos acontecimentos.

11h04 - Termina o depoimento de Piccini.

10h54 - Prosseguem as questões dos restantes advogados de defesa. Uma das questões é sobre em que língua Piccini falou quando prestou declarações no posto da GNR, à noite, após o ataque à Academia. "Portunhol", atirou o jogador, provocando risos na sala.

10h50 - Piccini continua a descrever a sua visão do ataque ao balneário. "Havia muita confusão e medo. Lembro-me que o Battaglia estava ao meu lado esquerdo", observa.

10h34 - O primeiro é Miguel Coutinho, advogado do Sporting, que pede a Piccini para pormenorizar o local exato onde estava no balneário no momento do ataque à Academia.

10h32 - Terminaram as perguntas da procuradora. Agora é a vez dos advogados inquirirem Piccini.

10h31 - A procuradora pretende saber se Piccini se sentiu ameaçado nos dias seguintes ao ataque. "Sim, foram momentos muito tensos e que duraram mais algumas semanas. Senti-me inseguro e também fiquei preocupado com a minha família", explica.

10h22 - Questionado sobre os incidentes após o jogo com o Marítimo, nas vésperas do ataque à Academia, Piccini recorda que Acuña e Battaglia foram os elementos mais visados pelos adeptos. "Era um grupo de vinte pessoas, com uma ou duas a se destacarem, ao tentarem falar de forma mais agressiva com eles. O Acuãa e Battaglia fizeram o 'check in' rápido para evitar problemas no aeroporto", conta Piccini.

10h18 - "Os invasores não tinham a intenção de falar. Vi o Bas Dost ferido e outros jogadores levarem pancadas", relata Piccini.

10h17 - O jogador recorda perante o tribunal a sua visão da invasão a Alcochete. "Foram minutos muito tensos. Não tenho ideia precisa de quantos invasores eram, mas talvez uns 20/30", conta o jogador em italiano, por videoconferência, que depois é traduzido para o tribunal.

9h45 - Piccini, atualmente a jogar no Valencia, começa a depor via skype.

- Para hoje estão previstos os depoimentos de Cristiano Piccini e Fábio Coentrão, ambos jogadores do Sporting à data dos factos.

- Bom dia, realiza-se esta quarta-feira mais uma sessão do julgamento do ataque à Academia do Sporting, um processo que tem 44 arguidos, incluindo Bruno de Carvalho, e que decorre no Tribunal de Monanto.

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