Battaglia e Acuña em tribunal: «Deram-me socos na cara e levei com um garrafão de 25 litros»

Jogadores foram ouvidos na 14.ª sessão de julgamento do ataque à Academia de Alcochete

Battaglia e Marcos Acuña estiveram esta terça-feira presentes na 14.ª sessão do julgamento do ataque à Academia. No tribunal do Monsanto, ambos relataram os eventos do dia da invasão e ainda a reunião com Bruno de Carvalho. O médio contou que levou socos na cara e com um garrafão de 25 litros, ao passo que o extremo admitiu o receio que teve pela segurança da família e negou ofensas aos adeptos no Aeroporto do Funchal.

Recorde tudo o que foi dito em baixo:

18h36 - Sessão desta terça-feira está por terminada. Battaglia e Coates voltam esta quinta-feira ao Tribunal do Montijo.

18h34 - Battaglia afirmou ter estado presente na reunão do dia 7 de abril, após derrota com o At. Madrid, referindo que foi "uma reunião muito nervosa". "Foi uma reunião muito nervosa da parte dele, de Bruno de Carvalho, teve discussões com o Patrício e com o William. "Rui Patrício era capitão e o William também e defenderam-nos. Acusou o William e o Rui de não defenderem o Sporting", vincou.

18h27 - Segundo Battaglia, o motivo principal pela reunião na véspera do Ataque de Alcochete tinha sido pela derrota com o Marítimo: "Os motivos pelos quais perdemos esse jogo, depois passámos para as ações do Acuña no final, o presidente [Bruno de Carvalho] disse que os adeptos passaram a noite a ligar-lhe e a pedir a morada do Acuña", referiu.

18h25 - Battaglia negou ainda ter havido qualquer tipo de insultos ou confrontos nesse momento. "Não chegou a haver confrontos, o William e o mister Jorge Jesus estiveram a falar com os adeptos, o Acuña foi dos últimos a sair do autocarro e seguiu diretamente para o embarque", prosseguiu.

18h21 - Battaglia relembra episódio na chegada ao aeroporto do Funchal: "Quando chegamos a aeroporto havia quatro ou cinco pessoas a insultar, também queriam falar com o Acuña e foi aí que tentei tranquilizá-los, dizendo que somos seres humanos e que também podemos errar. Estava lá o Fernando Mendes", afirmou.

18h17 - "Estavam fora de si, porque era um jogo importante e tínhamos perdido. O que disse é que tínhamos uma final no fim de semana seguinte e precisávamos de apoio e tranquilidade", prosseguiu.

18h15 - Battaglia recordou o final do encontro com o Marítimo: "No fim do jogo com o Marítimo estavam muitos adeptos à nossa espera e a gritarem por nós, queriam falar connosco. Falei com eles para tranquilizá-los", frisou.

18h04 - Battaglia diz que foi alvo de ameaças: "Vamos-te matar. Não mereces a camisola. Deram-me socos na cara, no peito e nos braços. Vários colegas foram agredidos ao tentarem colocar-se entre eles e eu. Levei com um garrafão de 25 litros na parte lateral do peito. Fiquei com medo, desde essa altura, cada vez que perdemos um jogo, vem esse medo outra vez. Isto aconteceu no nosso local de trabalho. No fim liguei à minha namorada para não sair de casa. Imagino como seria se fosse na rua", prosseguiu.

17h58 - "Nunca tentaram conversar connosco. Tudo o que disseram eram nos termos de nos chamarem 'filhos da p...' e que não merecíamos usar a camisola do Sporting. A seguir começou a pancadaria. Dirigiram-se a todos, mas aos quatro com mais agressividade. Vi agredirem o William, o Acuña e o Rui Patrício", acrescentou.

17h53 - Sobre a invasão, o início, Battaglia disse que foi "para o balneário com os companheiros". "Ricardo [Gonçalves] e Vasco [Fernandes] fecharam a porta e de seguida entraram as pessoas, fizeram força contra a porta. O Ricardo e o Vasco tentaram contê-los, mas eles passaram à mesma", afirmou.

17h45 - Por motivos de segurança, o testemunho de Rodrigo Battaglia só irá durar até às 18h30.

17h38 - Está concluído o interrogatório a Marcos Acunã. Segue-se Rodrigo Battaglia.

17h15 - Miguel Matias, advogado do arguido Afonso Ferreira, questionou Acuña sobre a tentativa de rescisão com o Sporting, o internacional argentino assegurou não ter rescindido "em algum momento": "Ainda hoje tenho medo e nunca rescindi com o Sporting", frisou.

17h06 - Questionado por Sandra Martins, advogada de Fernando Mendes, Acuña negou ter insultado os adeptos no aeroporto do Funchal. "Não chamei isso [filho da p...] a ninguém. Passei direto para o avião", vincou.

17h03 - Marcos Acunã recorda que Bruno de Carvalho "estava preocupado com o que se tinha passado" na reunião da véspera do Ataque a Alcochete, acrescentando: "E com o facto de eles terem perguntado onde eu vivia. Eu disse que falava com eles para as coisas não escalarem."

16h58 - "Sim senti medo, mais pela minha mulher e pelos meus filhos, durante algum tempo andei a olhar para trás. Em cada jogo em que julgamos que não vamos vencer, penso que isto pode voltar a acontecer", acrescentou o internacional argentino.

16h57 - Acunã recorda o dia da invasão a Alcochete: "A minha mulher estava com os meus filhos, a minha primeira reação foi ligar para casa, proteger a minha família. Fechar a casa e ligar o alarme", afirmou Acuña, questionado por Miguel Coutinho.

16h40 - "Recebi uma bofetada na cara, cobri o rosto e recebi os outros golpes por todo o corpo". Apesar do choque e da violência, Acuña referiu que ficou com dores "mas passou rápido". "Nos dias seguintes não senti dores", acrescentou.

16h35 - Miguel Coutinho, advogado do Sporting, começa a questionar Acuña. O jogador não se recorda de quanto tempo durou a invasão ao balneário, fala de 5 a 10 minutos, sem certezas. Diz que "em nenhum momento" os invasores tentaram dialogar, que os jogadores "ficaram em choque" e que por isso não reagiram.

16h33 - Acuña diz que, antes da invasão a Alcochete, "nunca tinha visto um adepto na Academia".

16h23 - Questionado sobre a reunião na véspera do ataque, Acuña desmente Bruno de Carvalho, pois assegura que se falou "do que se passou durante e depois do jogo". O ex-presidente tem vindo a alegar que desconhecia as ameaças e a discussão com adeptos após o confronto com o Marítimo. "O presidente recebeu comunicações da parte dos adeptos a tentarem saber onde é que eu vivia", disse o argentino. Acuña referiu ainda que respondeu a Bruno de Carvalho que pretendia "falar com os adeptos para esclarecer o que se tinha pasado na Madeira".

16h16 - Acuña diz que já no aeroporto, embora não tenha acontecido nada, apercebeu-se de algo: "Dei conta que havia um indivíduo que queria falar comigo, mas a segurança levou-me para o avião. Só ouvi dizer que na Academia logo falamos. À entrada do avião ouvi chamarem o meu nome." "Nesse momento não soube quem era. Só soube pela televisão e pelos meus companheiros", disse o argentino, acrescentando: "No vídeo, um homem chama pelo meu nome". Acuña diz que o nome do homem será Jorge Mendes [Fernando Mendes], que o viu a falar com William, Battaglia e Jorge Jesus, mas não se recorda da conversa, pois passou apenas por eles.

16h12 - No fim do jogo na Madeira, que ditou o afastamento da Liga dos Campeões, Acuña revelou: "Fomos cumprimentar os adeptos, mas só recebemos insultos, houve umas palavras, mas faz parte, depois fomos para os balneários."

16h01 - Acuña diz que não reconheceu nenhum dos agressores durante a invasão.

15h54 -  "Não me recordo das palavras ditas para o geral, só me recordo de dizerem que se não ganhássemos o jogo no domingo, iamos ver o que nos acontecia", conta o futebolista argentino de 28 anos.

15h52 - Acuña dá força à tese de sequetro: "Havia mais alguns que estavam a cobrir a porta para que ninguém saísse".

15h51 - Já sobre William Carvalho e Rui Patrício, Acuña Recorda: "Só vi o William ser agredido, o Rui não". "Era mais do que um indivíduo, vi o William ser agredido com bofetadas e socos na cabeça."

15h50 - Sobre os agressores de Battaglia, Acuña afirmou: "Não eram os mesmos, só vi quando lhe atiraram com o garrafão [de 25 litros]. Não vi quantos eram, porque também estava a ser vítima de agressões."

15h43 - "Eram 4 ou 5 pessoas, primeiro levei uma bofetada, depois seguiram-se murros e pontapés", afirma Acuña. "Diziam que não merecia a camisola, tentaram tirar-me o equipamento de treino, não conseguiram e depois ameaçaram-me. Disseram que me iam matar, que sabia onde vivia e que onde os meus filhos iam à escola e que sabiam onde."

15h40 - Acuña começa por descrever como viveu o início da invasão. Diz que estava no balneário, junto à porta de saída, ouviu colegas a avisar e quando viu pela janela os invasores já lá estavam dentro. O futebolista refere que estavam os jogadores quase todos dentro do baneário, exceto Bas Dost que estava fora. "Entraram 30 a 40 pessoas e, que eu notasse, entraram todos juntos. Os meus colegas tentaram fechar a porta, mas eles entraram", conta. "O William estava junto à porta e eles forçaram, entraram a perguntar por mim e pelo Battaglia."

15h34 - Os arguidos já estão na sala, a sessão vai ser retomada. Acuña é o primeiro jogador a ser ouvido.  

14h58 - Acuña e Battaglia já chegaram ao tribunal do Montijo. Os jogadores do Sporting, dos mais visados pelos agressores no ataque à Academia, serão ouvidos por videoconferência. 

13h46 - 'Jojó' foi dispensado. A sessão retoma às 15h15 com os jogadores Acuña e Battaglia, ouvidos por videoconferência.

13h44 - 'Jojó' mostra-se muito nervoso, responde com contradições que obrigam o coletivo de juízes e a procuradora a repetirem as perguntas. Só em relação ao número de pessoas que passam pela casinha da Juve Leo em dias de jogo, Jojó respondeu, em alturas diferentes, 1000, 1500, 2000 e 3000 pessoas.

13h40 - Jojó reconheceu alguns dos arguidos, enquanto membros da Juve Leo. Sobre Samico, o vice-presidente da claque, Jojó disse: "O gajo que cantava?"

13h11 - O testemunho de 'Jojó', carpinteiro da Juve Leo, pode ser decisivo para a saída de Mustafá da prisão preventiva. de forma a conseguir ver 'Jojó', Mustafá estica-se para cima de Elton Camará, conhecido também por Aleluia, o outro arguido que aguarda o decorrer do julgamento em preventiva.

13h07 - Terminou o testemunho de Vasco Santos e será ouvida uma outra testemunha, Jorge Correia, mais conhecido como 'Jojó'.

13h06 - Juíza Fátima Almeida pergunta sobre o dérbi com o Benfica, em que foram lançadas mais de 50 tochas para junto da baliza de Rui Patrício. Vasco Santos responde: "Não estava previsto. Não tinha nenhuma informação sobre isso. No fim do jogo, provocou um desentendimento entre mim e a Juventude Leonina, foi público, à vista de toda a gente. Tentei repreender por essa situação, depois explicaram no dia a seguir, o Samico, que aquilo não tinha sido previsto e que não havia intenção de fazer. Foi algo que fugiu ao controlo da própria estrutura da Juventude Leonina. Nenhuma coreografia seria autorizada com utilizaçao de engenhos pirotécnicos."

12h58 - A testemunha diz também que o guarda-costas de Bruno de Carvalho também esteve na reunião na "casinha" da Juve Leo. E que continua em funções. Vasco Santos saiu por mútuo acordo com o atual presidente, dois dias depois das eleições.

12h52 - Vasco Santos confirma que Carlos Vieira, ex-administrador da SAD, era o responsável da SAD pela segurança.

12h51 - Agora é a vez de Miguel Fonseca, advogado de Bruno de Carvalho, começar a fazer perguntas.

12h33 - Rocha Quintal, advogado de Nuno Vieira Mendes, questiona Vasco Santos, sobre a redução de deflagrações de engenhos pirotécnicos desde 2013. A testemunha diz que essa foi uma das grandes batalhas e que o líder da Juventude Leonina teve um papel fundamental nesse sentido.

12h28 - Advogado Paulo Santos leva raspanete da juíza por ser demasiado prosaico com as questões e deixar a testemunha confusa.
Causídico pergunta sobre a possibilidade de existir uma visita a Alcochete depois dos acontecimentos na Madeira e na garagem de Alvadade. Vasco Santos revela que não lhe chegou nenhum pedido, mas pelo que aconteceu, acreditava que fosse possível existir essa visita

12h08 - A testemunha revela também que Bruno de Carvalho lhe perguntou, dois dias depois, sobre o mecanismo de fecho da porta do balneário e sobre o portão não ter sido fechado. Vasco Santos respondeu que a porta não fechava a pedido do departamento de futebol.

11h58 - Sobre a invasão, Vasco Santos reconhece que só foi "dias depois à Academia", que no próprio dia não foi. 

11h52 - Vasco Santos nega que na reunião de abril se tenha falado de entrar no balneário e diz que não participou na reunião, só esteve a ouvir.

11h50 - Coutinho questiona sobre a expressão "façam o que quiserem": "Era um aval ou um vão-se lixar?" "Acho que ele estava farto de estar ali e queria era embora. Estava cansado", diz Vasco Santos.

11h49 - Miguel Coutinho pergunta agora sobre os spotters, se Leandro seria o único contacto com a UMID [Unidade Metropolitana de Informações Desportivas], Vasco Santos diz que "não, havia mais".

11h47 - Miguel Coutinho, advogado do Sporting, questiona a testemunha, começando por perguntar sobre os processos disciplinares que Bruno de Carvalho queria aplicar aos jogadores. Vasco Santos assume que seria possível, mas como não era a sua área de trabalho, não tem condições para responder.

11h43 - Vasco Santos não revela origem de informação, o que deixa o coletivo de juízes desagradado. "Só faltava dizer que ninguém mandava um e-mail, vai-me desculpa", disse Fátima Almeida. 

Vasco Santos diz que ficou a conhecer o ataque numa reunião com oficiais da PSP. "Entrou alguém com um telemóvel a mostrar a notícia da CM TV", disse

11h39 - Sobre as abordagens aos jogadores na Madeira e na garagem do estádio, Vasco Santos afirmou: "Não é uma situação incomum".

11h36 - A juíza Fátima Almeida 'aperta' com Vasco Santos. Estranha não terem sido levantadas preocupações pela pergunta feita pela PSP. "Devia ter levantado uma bandeira amarela", diz a juíza. Vasco Santos assume que não tentou perceber mais. E esclareceu: "Quando o spotter me perguntou, eu disse que não havia visita programada, que não estávamos à espera de nada. Perguntei-lhe se tinha mais alguma informação. Ele disse-me que não."

11h34 - Sobre Alcochete, Vasco Santos revela que um spotter da PSP, de seu nome Leandro, lhe perguntou se estava prevista alguma visita à Academia. O diretor de operações e segurança respondeu que não estava previsto. Esta conversa decorreu precisamente no dia 15 de maio, depois de almoço: "Por volta das 15 horas", precisou.

11h26 - Vasco Santos identificou alguns elementos da Juve Leo, como Tiago Silva (Bocas), Valter Semedo, Elton Camará (Aleluia), mas não garantiu que tivessem estado presentes na reunião na sede da Juve Leo. Nessa reunião, esteve presente, além da testemunha, Bruno de Carvalho, André Geraldes e Bruno Jacinto.

11h23 - Em relação à invasão, Vasco Santos sublinhou: "Percebi que houve ausência de comunicação. Da parte da UMID [Unidade Metropolitana de Informações Desportivas] não houve nenhum tipo de alerta. Desconheciam a situação."

11h21 - Vasco Santos diz que ficou a aguardar que lhe fosse comunicada a data para um eventual visita . "Não me chegou nenhum pedido, pensei que a ideia tinha sido abandonada", disse o funcionário dos leões, que explicou ainda que o procedimento para a visita dos GOA à Academia passa pelo contacto com as autoridades de forma a garantir que não existiria qualquer problema.

11h19 - Sobre as ideias em cima da mesa, Vasco Santos revelou: "Havia várias propostas, desde irem a Alcochete falar com os jogadores, fazer coreografias específicas, cânticos, tarjas. O presidente no fim da reunião não pareceu estar nas melhor condições, porque tinha um problema com a mulher, que estava hospitalizada. No fim, queria ir embora e disse: ‘Façam o que quiserem’".

11h17 - Sobre a reunião de dia 7 de abril, na sede a Juventude Leonina, após a derrota em Madrid (0-2) e os comunicados trocados entre o presidente Bruno de Carvalho e os jogadores, Vasco Santos referiu que a intenção seria "apaziguar os ânimos daquele grupo organizado de adeptos e pedir desculpa". "Estavam mais de 40 pessoas na sala, acredito que fossem elementos da Juventude Leonina. O líder deu a palavra a membros, que interpelaram o presidente, demonstraram descontentamento pelos constantes posts no Facebook, pela forma e palavras dirigidas aos jogadores. O presidente pediu várias vezes desculpa".

"Por um lado não concordavam com a forma como o presidente se dirigia aos jogadores, mas também não gostavam do desempenho dos jogadores", disse Santos, explicando que surgiram "várias ideias, muita gente a dar palpites". "Bruno de Carvalho ia ouvindo e disse: ‘tudo bem, organizem-se, façam o que quiserem e depois informem’", acrescentou.

11h01 -  Testemunha explica à procuradora que "diligenciava a segurança de todos os jogos do Sporting em casa" de forma a garantir "condições de segurança nos eventos desportivos". Vasco Santos revela a existência de reuniões regulares com o oficial de ligação aos adeptos, Bruno Jacinto, e os grupos organizados de adeptos, em particular antes dos jogos, "para saber de que forma procuravam fazer coreografias de apoio à equipa". "As claques faziam-se representar por alguns elementos", disse.

10h53 - Começa a audiência. Vasco Santos, a testemunha ouvida esta manhã, explica as suas funções no Estádio, onde era o diretor de operações e segurança.

10h27 - Um problema no sistema de gravação do tribunal está a atrasar o início da 14.ª sessão.

10h08 - Estão 17 arguidos na sala de audiência do Tribunal de Monsanto. Bruno de Carvalho, o arguido mais mediático, volta a estar ausente.

9h40 - Começam a entrar os arguidos, o início da sessão estará próximo. 

9h32 - Miguel Coutinho, advogado do Sporting, assim como Vasco Santos, a testemunha ouvida da parte da manhã, já se encontram no Tribunal de Monsanto.

Na sessão de segunda-feira, o jogador ouvido foi João Palhinha, atualmente ao serviço do Sp. Braga, que descreveu como viveu o ataque à Academia de Alcochete, a 15 de maio de 2018. Recorde aqui tudo o que foi dito na 13.ª sessão de julgamento.  

9h17 - Miguel Fonseca, advogado de Bruno de Carvalho, já chegou ao Tribunal de Monsanto.

Na sessão de hoje, a 14.ª, são ouvidos: Vasco Santos (segurança) da parte da manhã; Acuña e Battaglia, da parte da tarde, a partir do Tribunal do Montijo, por videoconferência.

Bom dia. Seja bem vindo a mais uma sessão do julgamento do ataque à Academia de Alcochete, que terá lugar, como é hábito, no Tribunal de Monsanto.

Por Luís Mota
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