Sporting defronta Astana em estádio com ar condicionado

Temperatura vai rondar os 15 graus, mas no exterior estão previstos 20 negativos...

• Foto: Vítor Chi

O Sporting defronta o Astana já na 5ª feira, para os 16 ‘avos’ da Liga Europa, e no Cazaquistão são esperadas temperaturas muito baixas, a rondar os 20º negativos. Porém, na Astana Arena os leões vão jogar com um clima bem mais agradável, entre os 15º e os 18º graus positivos, amenizando o impacto da temperatura negativa na capital cazaque.

O único contra é que, devido ao ar climatizado durante os 90 minutos, há o risco de humidade acentuada: isto porque o recinto tem cobertura no topo e, por isso, é frequente criar condensação, o que pode, até, originar queda de água da infraestrutura. Esse é um dos problemas que, por norma, ocorre no estádio durante o inverno.

Antes de chegar a Astana, os leões vão ter uma viagem cansativa (a mais longa das competições europeias, entre Lisboa e a capital cazaque). A comitiva do Sporting parte esta terça-feira de Lisboa pelas 21h30, aproveitando assim o voo (direto) para jantar e também repousar, sem alterar em demasia a rotina dos jogadores.

A ligação demora 8 horas, pelo que a equipa chegará a Astana por volta do meio-dia de quarta-feira (ainda madrugada em Lisboa), uma vez que na capital cazaque são mais 6 horas do que no nosso país. Já depois de chegar a Astana, os leões devem cumprir a habitual adaptação ao relvado e à iluminação. O tapete da Astana Arena, refira-se, é sintético e não natural, tal como o de Oleiros, onde a equipa jogou para a Taça de Portugal, em outubro.

Cazaques sem ritmo e desfalcados

O jogo com o Astana chega numa altura em que a liga do Cazaquistão está parada. Na verdade, começa logo depois da eliminatória com o Sporting. Assim, a última ocasião em que a equipa do búlgaro Stanimir Stoilov disputou um jogo oficial foi em dezembro, com o Slavia de Praga, para a Liga Europa.

Durante a paragem, a formação cazaque disputou particulares no Emirados Árabes Unidos, tendo vencido os jogos com o Spartak de Moscovo e o Krasnodar. Com o Zilina e o Hacken foi derrotada. A paragem também acabou por não ser benéfica noutro aspeto: Kabananga, uma das maiores estrelas, foi para o Al Nasr; Tagybergen foi para o Kaisar, enquanto Grahovac foi cedido ao Rijeka. O Astana debate-se com problemas de tesouraria, razão pela qual foi vendedor.

Por Alexandre Moita e Vítor Almeida Gonçalves
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