Marta Soares: «Nada do que fizemos sai fora dos estatutos e regulamentos»

Presidente da MAG desvaloriza intenção de Bruno de Carvalho de impugnar eleições

À CMTV, Jaime Marta Soares assegurou estar de "muito tranquila" em relação àquilo que fez enquanto presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting, considerando que o cenário de impugnação das eleições, esta quinta-feira levantado por Bruno de Carvalho, não tem razão de ser.

"Os solavancos não são da nossa parte. Tenho a minha consciência muito tranquila. Em tudo o que analisei e confirmei, as várias providências cautelares não tiveram provimento. As que estão em curso assentam nas mesmas defesas e ataques... Não vejo que possa haver qualquer alteração, ainda que o poder judicial é autónomo e independente. A justiça é soberana e pode haver uma alteração... Mas também lhe digo que ficaria estupefacto e surpreendido se isso acontecesse, pois nada do que fizemos sai fora dos estatutos e regulamentos. Se estão a ser cumpridos o que pode levar a impugnar?", qestionou.

Marta Soares explicou ainda que aquilo que Bruno de Carvalho tem feito "não tem razão de ser" e que "deveria levar a uma profunda reflexão". "O Sporting não tem donos. Quem decide são os sócios. Quem pensar de forma diferente não vai longe", considerou, frisando que BdC "sabe que infringiu todas as regras e sabe que não podia recandidatar-se".

De resto, JMS lembrou que a única providência cautelar a ter recebido 'luz verde' foi aquela que o obrigava a aceitar a lista do antigo presidente: "A única providência que obteve provimento foi aquela que me levava a ter de receber a lista dele. Mas isso foi um fait diver, pois nunca recusei receber nenhuma lista. Tinha de receber todas. Podiam ser 50! Depois tomaria a decisão em relação à viabilidade eleitoral. Agarrou nisso como grande vitória, mas não foi."

A finalizar, o presidente da MAG fez um apelo aos sócios. "Quero um Sporting unido e é essa a mensagem que quero deixar. Nunca estiveram tantos sócios em condições para votar, são 51 mil sócios... Importa que se transmita através do voto, pois há necessidade que aquele que entendam ser mais capaz possa sentir que tem todo o apoio para gerir durante os próximos quatro anos. O Sporting não se pode dar a devaneios. Estamos a viver um momento histórico, que leva a ter de haver um sentido de responsabilidade. Haver tantas candidaturas é um sinónimo de vitalidade, de gente disponível, mas tem os seus riscos. Espero que seja uma vitória inequívoca de quem ganhar e que quem não ganhar entenda a escolha dos sócios. O Sporting não está em tempo de mais experiências, tem de mudar de rumo. Através do voto, das escolhas e da exigência dessas escolhas".

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