Mau aspeto do relvado não causa preocupação

tapete com tonalidade castanho/amarelada

Mau aspeto do relvado não causa preocupação
Mau aspeto do relvado não causa preocupação

O relvado do Estádio José Alvalade voltou a apresentar, na partida de sábado, com o Marítimo, um aspeto castanho/amarelado, embora sem sinais de degradação extrema, capaz de impedir a normal circulação da bola. Ao que Record conseguiu apurar, o aspeto do tapete verde – pouco verde, neste caso – fica a dever-se, sobretudo, ao tipo de relva que ali foi plantada durante o mandato de Godinho Lopes: a bermuda.

Trata-se de um tipo de relva que resiste bem às temperaturas mais elevadas do verão do Sul da Europa, mas que se ressente no outono e no inverno, devido à chuva e à diminuição das temperaturas, normal nesta altura do ano. É, no entanto, em qualquer dos casos, uma relva mais resistente do que aquela que ali se encontrava plantada anteriormente, denominada cool season.

Atentos a esta realidade, os responsáveis leoninos por esta área têm mantido um plano muito exigente de manutenção do relvado, utilizando os equipamentos adquiridos no mandato anterior, os aceleradores de fotossíntese, e aplicando-lhe diversos aditivos, para que este se mantenha forte e viva, mesmo no período do ano que lhe é menos favorável.

Ainda no final da passada semana, o tapete verde foi alvo de uma intervenção profunda por parte da empresa que desde há alguns anos colabora com o Sporting nesta área. E, apesar de pouco convidativo, o relvado não se ressentiu de sobremaneira do desgaste provocado por 90 minutos disputados com grande intensidade pelos jogadores de Sporting e Marítimo.

Um mês de repouso

Ao que Record apurou, os trabalhos de manutenção do relvado vão prosseguir nas próximas semanas, nas quais o terreno vai ser mais poupado do que é habitual. É que a equipa de Leonardo Jardim só ali voltará a atuar a 1 de dezembro, dia em que recebe a visita do Paços de Ferreira. Não está completamente posta de lado a possibilidade de o recinto ser palco de alguma partida da equipa B, mas existe a certeza de que o tapete será sujeito a uma utilização menos intensiva. E este período pode ajudar a que recupere um aspeto mais verde.

A menos que exista um agravamento extremo das condições climatéricas, a tendência é para que melhore o seu aspeto.

O episódio da relva pintada no clássico

A decisão de avançar com a plantação do atual tipo de relva aconteceu meses depois do caricato episódio da relva pintada de verde, num clássico com o FCPorto, disputado em 2011. Um método que teria servido para disfarçar a cor amarelada que a relva apresentou no sábado, mas que seria, como na altura, detetado com facilidade, uma vez que a bola, os equipamentos e partes do corpo de alguns jogadores terminaram o jogo mais verdes... que a própria relva.

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