Miguel Braga: «Belenenses SAD esteve mais agressivo connosco. Estava frio e quiseram correr mais»

De forma irónica, responsável leonino recorda número de faltas dos azuis contra um rival e compara o amarelo poupado a Sithole ao que foi exibido a Palhinha

• Foto: Pedro Ferreira

Miguel Braga, responsável pela comunicação do Sporting, voltou esta segunda-feira a criticar os critérios utilizados pelos árbitros em lances semelhantes e que acabam por ter avaliações distintas. Em causa estão o cartão amarelo que foi mostrado a João Palhinha nos segundos iniciais do embate com o Gil Vicente e o cartão amarelo que não foi exibido a Yaya Sithole no arranque do encontro de domingo frente ao Belenenses SAD. Em lances, em tudo, semelhantes.

"Se nós formos analisar os lances, individualmente, regra geral, quem toma a decisão está sempre protegido pela questão do critério, que é sempre subjetivo. A grande questão aqui está no comparativo e no que é que acontece aos jogadores do Sporting e aos jogadores das outras equipas", argumentou Miguel Braga, no programa 'Raio X Sporting', transmitido pelo canal do clube.

O responsável leonino estranhou ainda mais dois aspetos relacionados com o encontro disputado no Estádio Nacional. "O Belenenses SAD fez 27 faltas neste jogo e o mesmo Belenenses SAD, há cerca de dois meses, jogou com outro grande e só fez oito faltas. Se calhar, estavam mais agressivos connosco, achavam que conseguiam, estava uma noite fria e quiseram correr mais", ironizou Miguel Braga, acrescentando: "São estas pequenas dualidades que acontecem muitas vezes!"

Braga notou ainda que, apesar de o Belenenses SAD ter cometido 27 faltas e o Sporting apenas 16, "ambas as equipas tiveram três jogadores amarelados, sendo que um deles acabou por ser expulso".

Após expressar a sua ansiedade "pelo regresso [do público] aos estádios" que é "fundamental para a sobrevivência dos clubes", Miguel Braga deixou ainda uma garantia, relativamente ao mercado de transferências de janeiro: "A estrutura do futebol não começou a trabalhar ontem ou anteontem ou na semana passada no mercado de janeiro. É algo que já está pensado, que já começou a ser feito há meses e, a acontecer alguma entrada, é algo já planeado e em plena sintonia entre administração, diretor desportivo e treinador."

Mais uma nota: "Temos os pés assentes na terra, em relação ao Mundo em que vivemos e à situação atual de crise económica e do quadro de pandemia. Qualquer contratação, a ser feita, é algo que já vem a ser trabalhada ao longo dos meses e que não pode por em risco, novamente, a sustentabilidade do clube."

Por João Lopes
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