Miguel Fonseca lança críticas a Cândida Vilar

Representante de Bruno de Carvalho acusou a procuradora do Ministério Público de, na fase de inquérito, ter subvertido uma série de regras

• Foto: João Miguel Rodrigues

No seu estilo inconfundível, Miguel Fonseca, o representante de Bruno de Carvalho, acusou a procuradora do Ministério Público, Cândida Vilar, de, na fase de inquérito, ter subvertido uma série de regras, ao prometer a três suspeitos – entre eles o antigo presidente dos leões – a libertação imediata, a troco de informações sobre os mandantes da invasão à Academia. E tudo isto na presença de um juiz, no caso, Carlos Delca.

"Isto era o que acontecia no tempo da PIDE", ilustrou o jurista, justificando a detenção de Mustafá, cinco meses após a conclusão da investigação, com o desejo de incriminar Bruno de Carvalho. Daqui ao elogio ao coletivo de juízas que está a julgar o processo foi um ápice. "Estamos na mão de três doutoras que são mulheres livres. Não foi um juiz livre que conduziu a instrução. O que está gravado no interrogatório não pode acontecer."

Por João Lopes
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