Palhinha orgulhoso por ser o terceiro capitão: «Usar a braçadeira traz responsabilidade»

Médio salienta a força de um plantel “sem grupos” e onde os miúdos “não têm o nariz empinado”

• Foto: Sporting CP

O trajeto que o Sporting tem realizado no campeonato surpreende alguns, mas nem por isso apanha de surpresa os seus jogadores. Isto porque, segundo Palhinha, também ele convidado a participar no podcast ‘ADN de Leão’ depois de Coates, Pote ou Nuno Santos, entre outros, garante que os leões fazem da união entre todos a sua força. E no caso concreto dos mais jovens, o médio salienta a forma como os miúdos, apesar da idade, já se comportam como homens. “ Para além da malta já se conhecer bem, os mais jovens são todos miúdos humildes, profissionais, que dão tudo nos treinos. Não são aqueles típicos miúdos que chegam à equipa principal e andam de nariz empinado. E o que noto aqui é que não há grupos, o que até é normal em alguns balneários. E isso reflete-se em campo”, frisou, o que se refletiu em duas chamadas bem-humoradas que fez a Nuno Santos e Tabata: “É sinal de que nos damos bem. E nota-se no campo.”

A responder à sua preponderância em campo, Amorim recompensou o médio com um lugar na hierarquia de capitães, decisão que assume ser “marcante”. “Primeiro é o Sebá [Coates], depois o Neto e o 3º sou eu. Ainda não fui capitão num jogo, o Sebá joga sempre [risos] E bem! Usar a braçadeira é uma grande responsabilidade, ainda para mais eu sendo da formação. Traz responsabilidade”, considera, revelando a forma como soube que havia sido pela primeira vez incluído numa convocatória da Seleção Nacional: “Soube pelo nosso adjunto, o Carlos [Fernandes]. Quando o treino acabou, estava a ir para o balneário e ele disse-me: ‘Vais ter uma surpresa’. E eu: ‘Estás a falar a sério?!’. Tinha a esperança de que fosse possível, mas não me queria mentalizar”, admite.

Estante à espera de troféu

Ao longo dos 29 jogos - e dois golos - que regista esta época, Palhinha já recebeu várias distinções individuais, tanto que construiu em sua casa uma estante para albergar todos os troféus pessoais e coletivos. “Tenho um espaço em casa onde coleciono camisolas e guardo troféus. De camisolas tenho as do Busquets, do Griezmann, do William, do Gelson, do Rui Patrício, a do Uruguai do Coates ou a da Holanda do Bas Dost... Por norma troco com quem já joguei. De troféus de homem do jogo, desta época, tenho 5 do Sporting e 3 da Sport TV. E estou a guardar um espaço para meter o tão desejado...”, atirou, entre sorrisos.

Por Ricardo Granada
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