Paulinho e os treinos do Sporting: o "meínho da Champions", a "lesão de bailarina" e a vez em que quase desmaiou

Avançado esteve no podcast 'ADN de Leão'

Paulinho esteve no podcast 'ADN de Leão' e, numa conversa bem-humorada com o humorista Guilherme Geirinhas, o avançado do Sporting lembrou o primeiro treino sob a orientação de Rúben Amorim, na Academia de Alcochete, e fez algumas revelações sobre os companheiros de equipa.

Primeiro treino: "Assino no dia em que jogámos com o Benfica, ganhámos. No dia a seguir, treino à tarde. Saí de lá e pensei: ‘Ai meu deus, que porrada que levei, nem sinto as pernas’. E o mister: ‘Foi tranquilo, hoje…’. E eu ‘ Tranquilo? Ia desmaiando…’. Não foi só uma adaptação à equipa, como ao treino e à exigência. Com ele (Rúben Amorim) no Sp. Braga já era muito intenso, mas depois muda conforme os treinadores. Já tinha saudades de treinar assim, mas acho que não estava preparado. Com ele a exigência é tanta, em tudo, que senti, não vou mentir. É a adaptação à equipa, à cidade, ao treino, à forma de jogar. Aqui pressionamos… Já tive treinadores que me disseram que, como sou avançado, não tinha de correr. Aqui se disser ao mister que não corro...".

Exercícios: "Mesmo o meínho é agressivo, Às vezes já saí por ser muito intenso. Temos dois: o dos miúdos e do Neto, que é o pai deles, e dos restantes, que é agressivo. Quem for mais vezes o rei no mês, que é quem leva 20 toques seguidos sem tocar na bola ou a bola passar pelo meio das pernas, tem de pagar um almoço. É o meínho da Champions League. O dos miúdos é o distrital. Às vezes o deles parece um funeral, ninguém festeja… Nós é agressivo, é cansativo por vezes. Quem foi o rei desde que cá estou foi o Tabata, o Nuno Santos, o Antunes… O Feddal acho que não. O Palhinha? Quando chega ali, a consciência dele desaparece, vai para longe. O João Pereira também tem essa inconsciência".

Lesão: "Lesionei-me num treino de bolas paradas. Nós, jogadores, estamos habituados a jogar com dor. É normal. Pensei: 'Isto não deve ser nada, ninguém se lesiona a treinar bolas paradas'. Mas depois voltei à Academia e disse: 'Ó Ruben (Ferreira, fisioterapeuta), não estou bem. Fiz o exame, tinha uma lesão de bailarina".

Estacionamento na Academia: "É por ordem, primeiro capitães e depois… É em fila. Os três mais próximos são dos três capitães, depois é conforme o tempo em que estás no clube. Portanto o meu está lá no fundo. Cada um tem um lugar marcado com o seu número. Se não estacionares lá, tens multa. Só queria que o Quaresma estacionasse no lugar do Nuno Santos, porque acho que o Nuno lhe rasgava os pneus".

Por Ricardo Granada
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