Paulo Abreu: «Inaceitável não ter ido à Madeira»

Comenta ausência do líder no último jogo da Liga NOS

• Foto: João Miguel Rodrigues

+ Que leitura faz dos acontecimentos de Alcochete? BdC já se queixou de ser acusado de coautor moral. Será?

PA – Não tenho essa interpretação, nem tenho elementos que me permitam chegar tão longe. O que se passou na academia foi um ato cobarde e indigno e apesar de discordar em muita coisa de BdC não o posso classificá-lo a um nível que eu não sinto o direito de o fazer, principalmente numa situação desta gravidade. No entanto, não vi nas semanas anteriores BdC acompanhar o futebol como devia. Não é aceitável que, não tendo indo à Madeira, não tivesse estado a receber a equipa depois das escaramuças que se verificaram no Funchal e a que assistimos em direto.

+ Mas acha que ele não queria o sucesso da equipa?

PA – Acho que queria, mas provavelmente pretendia que o sucesso fosse mais refletido na sua pessoa do que nos jogadores ou na equipa técnica. Não é compreensível a falta de tato em momentos-chave da época e que não tenha sido reforçada a segurança na academia.

+ É então uma responsabilidade negligente?

PA – Alguma responsabilidade haverá, do CD ou dos elementos em quem delega. Pergunto-me: se atacamos tanto as claques não organizadas, como é possível que a claque do Sporting tenha tido a possibilidade de fazer um ato abominável destes?

Por António Magalhães
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