Rúben Ribeiro sem receio da 'maldição' do 7

Número não tem trazido sorte para os lados de Alvalade

• Foto: Sporting

A julgar por aquela que foi a sua escolha de camisola, não é de crer que Rúben Ribeiro seja um jogador... supersticioso. Através de uma publicação na sua página de Instagram, o reforço revelou que vai usar o 7 nas costas. Um algarismo que, de resto, esteve presente em praticamente todos os clubes da sua carreira: ostentou-o no Boavista, Beira Mar e Leixões; foi o 70 no Gil Vicente; foi o 77 no Rio Ave, Penafiel e P. Ferreira. Aliás, somente na presente época escolheu o 10 em Vila do Conde.

Só que, em Alvalade, o 7 é um número que tem um passado bem assombrado. Desde que os números passaram a ser fixos, alteração introduzida à partida para a época de 1995/96, Luís Figo foi o primeiro a envergar esta camisola, com o sucesso que lhe é reconhecido por todos. A partir daí, todos os outros herdeiros - 10 no total - tiveram de enfrentar vários problemas, nomeadamente de ordem física.

Sá Pinto, Delfim, Niculae, Izmailov, Bojinov e Jéffren, todos eles sofreram lesões nos joelhos, que naturalmente os arredaram dos relvados durante vários meses. Para além deles, também a Iordanov foi diagnosticada esclerose múltipla - já depois de ter sofrido um acidente de carro quando estava de férias na Bulgária. Já no campo disciplinar, Leandro e Shikabala saíram do clube em conflito com a direção. Por fim, Campbell nunca justificou a aposta que os leões fizeram nele.

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