Saiba qual a razão que levou Jesus a querer sair ao fim de um mês

E "Bruno de Carvalho é testemunha"...

• Foto: Pedro Ferreira

R: O presidente sempre disse que este seria um mercado para apenas ‘duas ou três’ aquisições. Mas nas últimas semanas tudo se alterou por força do assédio aos jogadores dos Sporting. Estava à espera de um período assim tão conturbado?

JJ – Isto tudo tem um tempo, uma organização e uma estratégia para o plantel idealizado por mim. Quando cheguei ao Sporting dispensei 14 jogadores e fui buscar 8, lote onde se inclui o Gelson e o Matheus, mais a recuperação do Esgaio. Em janeiro entraram mais seis. Curiosamente são, em número, os mesmos 14 que saíram. Em relação aos que dispensei, disse na altura ao presidente que eram jogadores que não tinham valor para os objetivos e grandiosidade do Sporting. Nunca iriam valorizar o clube. Creio que a minha primeira conquista foi a de fazer perceber às pessoas que o Sporting tem objetivos e que esses só podem ser atingidos com produção. E quem produz são os jogadores e os treinadores, são a mola real de tudo. Quando cheguei ao Sporting, e o presidente é minha testemunha, ao fim de um mês quis ir-me embora.

R: Porquê?

JJ – Olhei para o tinha e pensei: ‘mas o que é isto?’. Mas pronto, como ele acreditava em mim e deu-me força, disse-me que as coisas iriam resolver-se a pouco e pouco e a verdade é que as tem resolvido comigo.

Saiba mais AQUI e leia a entrevista na íntegra na edição impressa de Record deste domingo ou em Record Premium

Por Alexandre Carvalho e José Ribeiro
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