Torres Pereira: «Situação de Patrício é irreversível, mas os outros...»

Admite tentar "reverter o prejuízo financeiro e desportivo"

• Foto: Miguel Barreira

O presidente da Comissão de Gestão do Sporting Artur Torres Pereira admitiu que não que jogadores formados no clube optassem por rescindir contrato com os leões. Todavia, admite que vai, caso Bruno de Carvalho seja destituído, tentar reverter o prejuízo desportivo e financeiro desta situação.

"Não gostei de ver os jogadores rescindirem os seus contratos. Muitos foram formados no Sporting, o Sporting foi a vida deles, para muitos representou um período essencial da sua vida, independentemente dos fatores que fundamentam essa rescisão. Faremos o que estiver ao nosso alcance para que o prejuízo do ponto de vista financeiro seja minorado. Temos de acautelar acima de tudo os interesses do Sporting. A Comissão de Gestão tentará evitar o prejuízo enorme para o Sporting e tentar reverter o prejuízo – financeiro, desde logo, e desportivo, se possível. Os jogadores rescindiram na sequência de situações que foram geradas pelo CD suspenso. O Sporting não deve ser prejudicado por situações que não desejou, não quer e nem gosta", referiu à CMTV.

Torres Pereira confessou que o caso de Rui Patrício é diferente dos restantes, porque já não resta margem para agir: "Sejamos realistas: a situação de Rui Patrício, a partir do momento em que formaliza um contrato com um clube, é irreversível, mas há jogadores que não estão nessa situação e a obrigação da Comissão de Gestão é evitar o prejuízo para o Sporting".

Por Luís Miroto Simões
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