Vasco Santos: «No fim da reunião Bruno de Carvalho não pareceu estar nas melhor condições»

Segurança do Sporting ouvido esta terça-feira no Tribunal de Monsanto

• Foto: David Cabral Santos

Vasco Santos, segurança do Sporting, afirmou esta terça-feira no Tribunal de Monsanto, onde foi ouvido na 14.ª sessão do julgamento do ataque à Academia de Alcochete, que na reunião de 7 de abril de 2018, na sede a Juventude Leonina, após a derrota em Madrid (0-2) e os comunicados trocados entre o presidente Bruno de Carvalho e os jogadores, a intenção seria de "apaziguar os ânimos daquele grupo organizado de adeptos e pedir desculpa".

"Estavam mais de 40 pessoas na sala, acredito que fossem elementos da Juventude Leonina. O líder deu a palavra a membros, que interpelaram o presidente, demonstraram descontentamento pelos constantes posts no Facebook, pela forma e palavras dirigidas aos jogadores. O presidente pediu várias vezes desculpa", contou em tribunal.

"Por um lado não concordavam com a forma como o presidente se dirigia aos jogadores, mas também não gostavam do desempenho dos jogadores", disse Santos, explicando que surgiram "várias ideias, muita gente a dar palpites". "Bruno de Carvalho ia ouvindo e disse: ‘tudo bem, organizem-se, façam o que quiserem e depois informem’".

"Havia várias propostas, desde irem a Alcochete falar com os jogadores, fazer coreografias específicas, cânticos, tarjas. O presidente no fim da reunião não pareceu estar nas melhor condições, porque tinha um problema com a mulher, que estava hospitalizada. No fim, queria ir embora e disse: ‘Façam o que quiserem’", relatou Vasco Santos.

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