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Agressividade blindou a baliza

Corrente de golos estancada há dois jogos

João Afonso é o único totalista no quarteto defensivo.
Agressividade blindou a baliza • Foto: simão freitas

O Vitória somou no passado domingo o primeiro triunfo da época e, graças ao 1-0 diante do Tondela, a formação orientada por Armando Evangelista somou também o segundo jogo consecutivo sem sofrer golos. Depois de um início de temporada sofrível, com três derrotas a abrir e nove golos encaixados, a defesa finalmente encontrou a estabilidade necessária e Douglas leva já 195 minutos sem ir buscar a bola ao fundo da sua baliza.

Para esta melhoria a nível defensivo muito tem contribuído o aumento de agressividade por parte de toda a equipa, com o número de faltas cometidas a subir consideravelmente. Nos primeiros três jogos da época, o Vitória somou um total de 31 faltas (12 com o Altach na 1.ª mão, 9 na 2.ª mão e 10 com o FC Porto), revelando-se sempre uma equipa mole e demasiado permeável. É na sequência disto que surge a necessária mudança de chip. Com o Belenenses, num jogo que terminou empatado a um golo, os vimaranenses acumularam 24 faltas, as mesmas cometidas no duelo com o Tondela. Na visita à Madeira, o número de infrações chegou às 17. Ora, de 31 faltas nos três primeiros jogos, passou-se para 65 nos três seguintes. Um aumento significativo e que trouxe bons resultados. Este aumento de agressividade não significa, porém, um maior número de cartões amarelos vistos pelos vimaranenses. É que aqui há um empate a nove entre os três primeiros jogos e os três seguintes.

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