Claque do Vitória assume processos-crime no caso Marega

Withe Angels emitem comunicado onde registam que há "vários adeptos que estão a ser constituídos arguidos"

Os White Angels emitiram um comunicado que encerra também um conteúdo noticioso importante, uma vez que a claque do Vitória assume que o caso Marega estar a causar comprovadamente processos-crimes ou contra-ordenacionais, seguindo o seu rumo nas instâncias judiciais.

"Há vários adeptos que estão a ser constituídos arguidos em processos crime ou processos contra-ordenacionais no âmbito de um alegado combate à violência e ao racismo no desporto, quer por factos relacionados com recente jogo do Vitória Sport Clube com o Futebol Clube do Porto, quer relacionados com factos alegadamente ocorridos em outros jogos, de provas nacionais e europeias", registam os White Angels que, no entanto, fazem questão de reforçar que são "contra a violência, racismo, xenofobia e contra a intolerância no desporto". A claque do Vitória entende ainda que "sob esse pretexto está a ser feita, atropelando os mais elementares direitos, liberdades e garantias, uma 'caça às bruxas' aos adeptos do Vitória Sport Club, aos membros desta claque e até ao próprio Clube."

"Nós não aceitamos esta situação, não aceitamos ser tratados com parcialidade e violando os nossos direitos que estão constitucionalmente consagrados. Nós iremos, usando os meios legais ao nosso dispor, lutar para que tenhamos processos e julgamentos justos e que no final a verdade prevaleça", regista ainda a missiva do grupo de adeptos dos vitorianos, concluindo com um apelo aos elementos da própria claque e com um admitir do erro por parte de alguns: "Atitude idêntica apelamos que seja adotada por todo o membro desta claque e por qualquer adepto que seja visado pelas autoridades nestas circunstâncias. Não deixem de se defender, não aceitem ser perseguidos desta forma, exijam justiça, custe o que custar. Haverá quem cometeu erros e que terá que ser responsabilizado. Mas estamos em crer que uma grande maioria dos adeptos visados pela Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) e pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Guimarães não teve qualquer conduta que seja suscetível, num Estado de Direito, de ser crime ou contra-ordenação."

Por António Mendes
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