Ivo Vieira: «Acredito naquilo em que os jogadores são capazes»

Treinador do V. Guimarães acredita que os atletas já mereciam um "resultado volumoso"

• Foto: Luís Vieira / Movephoto

O Vitória de Guimarães goleou (5-0) na receção ao Belenenses SAD, em jogo a contar para a 9.ª jornada da Liga NOS, num encontro em que aos cinco minutos os vimaranenses já venciam por 2-0.

No final do encontro, Ivo Vieira aproveitou para realçar o trabalho dos seus jogadores dentro de campo, afirmando que eles mereciam "um jogo a este nível em termos de resultado".

"O que explica o resultado foi o mérito dos nossos atletas. Em termos de qualidade de jogo, aquilo que vínhamos a fazer não se traduzia em resultados. Acredito naquilo em que os jogadores são capazes. Tivemos um resultado volumoso e justo, pela entrada forte e pelo comportamento dos atletas em campo. Eles merecem um jogo a este nível em termos de resultado, após um passado recente de jogos com qualidade, mas sem vitórias nos mesmos", afirmou o técnico madeirense, em declarações no final da partida.
O penálti falhado por Silvestre Varela fez a diferença?

"Quanto ao penálti [falhado pelo Belenenses SAD] poder fazer a diferença no jogo, os ses têm muito que se lhe diga, porque se o 3-0, anulado ao André Pereira, tivesse sido validado, o jogo também poderia ter sido diferente. Queria dedicar esta vitória aos verdadeiros vitorianos, que sustentam esta nossa ideia de que só jogando bem vamos ganhar mais vezes."
Rochinha a lateral direito

"Gosto de potenciar atletas e vamos cimentando a qualidade de jogo para podermos ser mais fortes e ter um futuro mais risonho, mas não me esqueço do início desta época, tão conturbado, com o processo eleitoral, com o tardar de contratações, com o número excessivo de lesões. O Rochinha jogou porque temos dois laterais direitos de fora. Após uma pausa de dois meses, o Victor [Garcia] jogou em Londres [com o Arsenal] e com o Sporting com um andamento fantástico. Era expectável que tivesse alguma mialgia. Hoje também tivemos a situação do Davidson [lesão]. Eu quero que se jogue muitas vezes, mas temos de ser frios e perceber que a falta de hábito numa época com tantos jogos está-se a refletir nos atletas."
Rotatividade na equipa

"É óbvio que queremos um 'onze' base. Queremos ganhar espaço e a equipa tornar-se-á mais competitiva. Muitas das opções que tomo têm a ver com o desgaste dos jogadores. Já temos um número significativo de jogos nesta fase. Isso reflete-se no corpo dos atletas. Já disse que não faço gestões, mas se um atleta está em risco de lesão, dou automaticamente a vez a outros. Também gosto de ter um grupo de trabalho em que todos os jogadores sintam que podem jogar", finalizou.

Por Record com Lusa
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