Marco Aurélio: «Welthon vai deixar a sua marca»

Agente assegura que o avançado transformará em "glória" as lágrimas frente ao Rio Ave

Whelton (V. Guimarães) entrou nos descontos... e não escondeu as lágrimas

As lágrimas de Welthon, quando se preparava para entrar em campo frente ao Rio Ave, já em período de descontos, deixaram uma imagem marcante. Todavia, e ao contrário do que possa ter transparecido, o avançado de 25 anos não está a atravessar uma fase de depressão e, pelo contrário, tem sentido a confiança do clube e da equipa técnica no sentido de ser tornar num ativo de primeira linha do V. Guimarães.

"O choro? Foi o exteriorizar de uma sensação de querer jogar mais, o que é normal. O que se deve valorizar é o sentimento de pureza e a jogada que quase resultou em golo em apenas 40 segundos em campo. Welthon é um atleta de topo que deixará uma marca de qualidade absolutamente diferenciada no Vitória", assegurou, a Record, o agente do jogador, Marco Aurélio.

Tendo marcado 20 golos em época e meia pelo P. Ferreira, apesar de alguns contratempos de ordem física que se verificaram esta temporada, o dianteiro assinou até 2022 pelos vitorianos, tendo ficado com uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros. "O Vitória quis tanto o Welthon como o Welthon quis o Vitória. É um projeto de cumplicidade que teve várias tentativas e que felizmente se resolveu. O Vitória foi sagaz no processo que conduziu à sua contratação e o atleta sentiu a valorização e exigência de passar do Paços de Ferreira para o Vitória. Não quer provar nada a ninguém, apenas ser útil", refere Marco Aurélio, que também esteve envolvido nas negociações que quase permitiram ao elenco de Júlio Mendes resgatar o jogador em cima do fecho do mercado de verão.

Do que não podem restar dúvida é da conexão que permanece incólume entre treinador e jogador. "Peseiro conhece o Welthon, já o quis num passado recente e está a prepará-lo para o futuro. O dia da sua glória está reservado, não tenham dúvidas", assevera Marco Aurélio, sem levantar mais a ponta do véu.

Todavia, e segundo o nosso jornal apurou, José Peseiro foi responsável por uma investida do Al Sharjah sobre Welthon quando orientava o emblema dos Emirados Árabes Unidos. As exigências do P. Ferreira não foram cumpridas, pelo que a transferência acabou por não ser fechada. Todavia, o destino acabou por juntá-los em Guimarães e, apesar do episódio com o Rio Ave, mantêm uma boa relação.

Por José Miguel Machado
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