Meio-campo faz soar o alarme

Celis e Wakaso estão fora de combate até janeiro e Hurtado permanece em dúvida

• Foto: Simão Freitas

Pedro Martins assumiu que poupou vários recursos na eliminatória da Taça de Portugal por necessidade estratégica, mas a gestão que aplicou no Estádio do Dragão não foi suficiente para resolver as limitações resultantes da onda de lesões que está a assolar o plantel do Vitória. O treinador continua refém da indisponibilidade física de vários elementos do miolo para a curta deslocação ao terreno do Moreirense.

Condicionalismos que deixam em perspetiva uma linha de continuidade sem alternativas no sector nevrálgico, já que Wakaso e Celis só regressam à competição em janeiro e permanece a dúvida em torno de Hurtado poder ser utilizado em Moreira de Cónegos.

Contas feitas, Pedro Martins deverá repetir em Moreira de Cónegos a mesma fórmula que aplicou no Estádio do Dragão, com as apostas da linha média a recaírem em Rafael Miranda, Francisco Ramos e Sturgeon.

Ataque carregou baterias

Em sentido inverso, a deslocação a Moreira de Cónegos deixa em perspetiva não só os regressos à titularidade do guardião Douglas e do central Pedro Henrique, como da habitual linha ofensiva, composta por Raphinha, Rafael Martins e Heldon.

Por Pedro Malacó
Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Subscreva a newsletter

e receba as noticias em primeira mão

ver exemplo

Ultimas de V. Guimarães

Notícias

Notícias Mais Vistas

Copyright © 2020. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Cofina Media S.A. Consulte a Política de Privacidade Cofina.