Revitalizar o ataque é uma missão... Valente

Extremo deve manter-se na equipa titular

• Foto: Simão Freitas

O Vitória atravessa a pior crise de resultados da presente época e, analisando o cenário pelos números, é facilmente verificável que a quebra de rendimento do sector ofensivo está na base deste problema. O ataque passou de um grande momento para uma seca profunda, tendo apenas produzido três golos nos últimos sete jogos do campeonato. Um registo extremamente pobre e que contrasta por completo com as sete partidas anteriores, onde havia marcado por 15 vezes.

Sérgio Conceição tentou, nesta sequência de maus resultados, agitar as águas no ataque, mas não retirou daí qualquer dividendo. Sentou Ricardo Valente para apostar em Hurtado, utilizou Licá a 10, Victor Andrade foi chamado ao onze e, na última jornada, até optou por deixar Henrique Dourado no banco de suplentes.

Restam agora quatro jogos para a época terminar, com Ricardo Valente a parecer partir à frente da concorrência na luta do ataque. O extremo, que foi o primeiro a sofrer da ‘terapia do banco’, voltou a ser opção inicial e até é dele o último golo apontado pelo Vitória. Deve manter-se como titular na receção ao Estoril, onde tentará rescrever a história da temporada passada, em que, também na jornada 31, foi o grande protagonista do jogo, ao apontar os dois golos que valeram a conquista de três pontos importantes.

Por José Miguel Machado
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