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Depois de noite "mágica", Edinho quis a bola de jogo mas jovem do Aves... pediu dinheiro

Avançado do V. Setúbal muito feliz após o primeiro póquer da carreira (e em apenas 27 minutos)

O avançado internacional português Edinho apelidou de "mágico" o feito conseguido na Vila das Aves, onde marcou um póquer que valeu ao Vitória de Setúbal um triunfo por 4-1, na 28.ª jornada da Liga NOS.

"É mágico, é o meu primeiro póquer", afirmou o veterano jogador sadino, de 35 anos, nas entrevistas rápidas à SportTV, depois de, 'sozinho', com quatro golos, aos 58, 70, 77 e 85 minutos, selar o primeiro triunfo fora dos sadinos na prova.

Edinho estava, naturalmente, feliz, depois de virar um resultado que era desfavorável ao intervalo, mas deixou claro que o mais importante é o coletivo: "Acima de tudo, estou bastante contente porque serviu para ajudar a equipa".

Pé direito, cabeça, golaço, penálti: Eis o póquer de Edinho em 27 minutos
"Isto é o Vitória", frisou o internacional luso, acrescentando: "Nós todos demonstrámos hoje aquilo que sentimos por este clube. Sabíamos que podia ser a primeira vitória fora de casa e era isso que queríamos, quebrar o enguiço". O triunfo é dedicado "a todos os sadinos", numa época que tem sido complicada: "Sabemos que não te sido uma luta fácil, mas sabemos que, todos juntos, conseguiremos alcançar o objetivo".

De acordo com Edinho, e apesar do 4-1, a vitória foi complicada, num "terreno difícil" e perante "uma grande equipa, bem orientada". "Sabíamos que ia ser bastante complicado, ainda mais com as condições climatéricas que enfrentámos, mas mostrámos a raça dos vitorianos. Acreditámos até ao fim e vamos continuar nesta batalha, jogo a jogo, contra qualquer adversário", prometeu.

Edinho, que passou a contar nove tentos no campeonato, até tem sido muitas vezes suplente, mas lembra o essencial: "Qualquer jogador está disponível para ajudar a equipa. Acima de nós, está o Vitória. Isso é que é importante".

Sem a bola de jogo

No final do encontro, o futebolista tentou ficar com a bola do jogo, com é habitual acontecer quando um jogador consegue um hat-trick ou um póquer, mas não foi bem-sucedido.

"Não pude trazer a bola, pois o rapaz (do Desportivo das Aves) disse que não podia, que era da casa e ele tinha de pagar uma", explicou, sorridente, o avançado sadino, desdramatizando: "Não há problema, arranjo outra".
Por Lusa
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