Nuno Valente: «Marco o primeiro golo e aparecem logo mais»

Satisfeito por ter sido decisivo em Guimarães, espera não ter sido um caso isolado

• Foto: Simão Filho

Autor do ‘golo da jornada’ no último fim de semana para Record, que deu ao V. Setúbal o empate (1-1) em Guimarães, o médio Nuno Valente avisa que a trivela, no primeiro minuto de descontos, pode embalá-lo para continuar de pontaria afinada nos próximos jogos. "Marco o primeiro golo e aparecem logo mais a seguir. Acho que isso vai acontecer este ano", vaticina antes da receção de sábado ao Moreirense.

Com 27 golos apontados como sénior, em quase todas as provas profissionais (1ª, 2ª Ligas e Taça de Portugal) – só lhe falta marcar na Allianz Cup – o médio assegura que o golaço no D. Afonso Henriques nem foi o melhor da sua carreira: "Acho que já consegui marcar um melhor quando estava no Sp. Braga B e fomos à Covilhã. Foi com o pé esquerdo num remate que fiz a meio do meio-campo. Foi espetacular, mas este em Guimarães também apreciei bastante."

Por ser bracarense e ter jogado desde os 11 anos no Sp. Braga, rival do V. Guimarães, Nuno Valente confessa que sentiu o golo de "forma especial". Por razões distintas, o jogador conta que alguém que lhe é muito próximo também viveu o momento de forma… ‘sui generis’. "A minha namorada, Catarina, é de Guimarães e estava a ver o jogo. Sendo adepta do Vitória houve um misto de sentimentos", admite, garantindo que "não houve zangas" lá em casa.

Respirar melhor

O jogador, de 26 anos, está convicto de que os sadinos vão ter uma época mais tranquila do que as anteriores. "Acredito que vamos conseguir respirar bem em breve e somar pontos para depois praticarmos um futebol mais atrativo, permitindo que as coisas fluam melhor dentro do campo", refere, não poupando elogios a Lito Vidigal: "É um treinador que ama o que faz. Quer sempre transportar-nos para outro patamar. É muito exigente e, acreditem, sofremos muito durante a semana. Quando chegamos aos jogos vemos que vale a pena o sofrimento."

Com apenas um jogo na Liga NOS, Nuno Valente não esconde que gostaria ter sido mais utilizado. "Claro que queria já ter jogado mais tempo, mas o futebol é assim. Quando assinamos contrato não assinamos para jogar ou ser suplente. Só temos de trabalhar e cabe ao treinador decidir."

Por Ricardo Lopes Pereira
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