Segurança na Supertaça em risco

Associação Sindical dos Profissionais da Polícia discorda do modelo de policiamento utilizado

• Foto: Jorge Paula

Em Guimarães, a Unidade Especial de Polícia deixou claro "ao responsável que estava a comandar toda a segurança em torno do jogo entre V. Guimarães e FC Porto, que não iria haver policiamento de visibilidade por parte da Unidade Especial de Polícia (UEP)". Atitude que foi respeitada, ficando assim as equipas de intervenção rápida de prevenção.

"O que acontece é que há uma tentativa de redução do número de elementos policiais dentro dos recintos e utilizam a UEP. A Direção-Geral definiu que não podemos ser remunerados. Não estamos contra isso. Não podemos é estar a ser utilizados para um serviço onde devia estar outro colega a ser remunerado. Este modelo só tem um beneficiado: os clubes. Os polícias que vão para lá trabalhar em dia de folga são os grandes prejudicados", disse a Record Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP).

O dirigente da ASPP garantiu ao nosso jornal que o organismo vai reunir-se durante o dia de hoje "para definir o que vai ser feito". "Se o Governo continuar a manter este modelo de policiamento, é evidente que estão em cima da mesa ações de protesto que sejam mais visíveis. Na Supertaça? Sim, pode ser um dos eventos. Todos os jogos podem ter ações, que podem ser diferentes das que foram realizadas em Guimarães, na passada segunda-feira", garantiu.

Por André Ferreira
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