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Rotatividade dita leis

Rotatividade dita leis
• Foto: CARLOS BARROSO

O treinador do Sp. Covilhã, Francisco Chaló, vestiu a pele de jogador para abordar a eliminatória da Taça e recusou apostar o ordenado todo numa vitória do Benfica. E tinha razões que a história lhe ofereceu para não o fazer: em quatro jogos de Taça realizados na Covilhã, as águias venceram dois (5-0, em 1941; 7-0, 1952) e empataram dois (2-2, 1959; 5-5, 1951). É verdade que nunca o Benfica foi eliminado, mas também não fez valer sempre a lei de mais forte no sopé da serra da Estrela.

Passou mais de meio século desde a última deslocação das águias à Covilhã para jogarem uma eliminatória de Taça, as exigências do calendário lançaram na agenda a rotatividade dos plantéis e o jogo de hoje será sempre condicionado pelas opções que Jorge Jesus tomará na constituição do onze titular e com as quais Chaló contará para armar a sua equipa.

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O treinador dos serranos identifica algumas fragilidades no adversário, quando este não tem a bola, mas apostará sobretudo nas muitas mudanças que Jesus previsivelmente fará para colher alguns benefícios. O cansaço acumulado nos jogos de seleções retirará do jogo de hoje, à partida, Talisca, Enzo Pérez, Gaitán, Samaris, Eliseu e Maxi; depois há os casos dos jogadores que recuperam de lesão, como Júlio César, Jardel e Lima. E se o Benfica alinhar com uma equipa renovada em mais de 70 por cento ninguém estranhará.

Ola John, à cabeça, Bebé e Pizzi são alternativas que esperam uma oportunidade consistente para ganhar minutos, mas André Almeida, Benito, Cristante e Jonas também têm serviço para mostrar. O que pode tornar o jogo de hoje num caso de desequilíbrio.

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