A crónica do Marítimo-Sporting, 2-0: ter ou não ter instinto matador
Sporting sentiu que estava a ganhar mesmo sem meter a bola na baliza. Marítimo sofreu para se manter em jogo e teve talento para ganhá-lo
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Um exercício de eficácia, com instinto matador apurado quando teve oportunidade para o revelar, explica a vitória do Marítimo sobre o Sporting na noite de ontem. Os insulares acumularam muitos méritos na construção do resultado, o principal dos quais a capacidade de sofrimento para encarar a supremacia do adversário; a inteligência de nunca se entregarem ao que parecia ser uma fatalidade e o talento para, no momento certo, darem o golpe de misericórdia no jogo e consumarem a surpresa.