A crónica do Pevidém-Benfica, 0-2: o papão não teve pressa de ganhar

Um golo aos 3 minutos lançou a vitória. Mas o segundo só aos 75’ ainda alimentou a dúvida

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• Foto: Luís Vieira/Movephoto

Uma entrada categórica, reveladora de que estava ali para cumprir a obrigação e confirmar os argumentos de equipa mais forte, abreviou o caminho do Benfica em jogo cuja vitória nunca esteve verdadeiramente em causa. O papão encarnado intimidou o adversário, teve a felicidade de marcar logo aos 3 minutos e lançou a possibilidade de um resultado mais dilatado. A confirmação dessa atitude, bem como dos efeitos desequilibradores que se esboçaram a partir daí, careceu posteriormente de argumentos próprios e foi dificultada por um Pevidém que não se deixou intimidar e se reergueu para discutir o jogo com as suas armas, sem recorrer a autocarros ou qualquer outra arma relacionada com o antijogo. Para quem tão depressa chegou à vantagem, simplificando assim a vitória, as águias demoraram depois a confirmar o triunfo. O segundo golo de Beste surgiu apenas aos 75 minutos, numa fase em que a diferença já se tinha acentuado no jogo, mas não no marcador. E esse terá sido o maior pecado da equipa de Bruno Lage: ter revelado pouca pressa e escassa firmeza em fechar a questão.

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