António Nobre e a estreia na final da Taça de Portugal: «É o sonho de qualquer árbitro»

Juiz da AF Leiria dirige duelo entre Sporting e Torreense marcado para domingo no Jamor

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António Nobre (árbitro) e Hélder Malheiro (4.º árbitro) lançaram final
Nélson Pereira, António Nobre, Hélder Malheiro e Francisco Pereira na conferência de imprensa
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Nélson Pereira, António Nobre, Hélder Malheiro e Francisco Pereira na conferência de imprensa
António Nobre (árbitro) e Hélder Malheiro (4.º árbitro) lançaram final
Nélson Pereira, António Nobre, Hélder Malheiro e Francisco Pereira na conferência de imprensa
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António Nobre vai apitar pela primeira vez a final da Taça de Portugal Generali Tranquilidade, depois de ter sido nomeado para liderar a equipa de arbitragem do Sporting-Torreense, marcado domingo, às 17h15, no Estádio Nacional.

Esta sexta-feira, o árbitro de 37 anos, acompanhado pelos assistentes Nélson Pereira e Francisco Pereira e pelo 4.º árbitro Hélder Malheiro, falou aos jornalistas em conferência de imprensa e admitiu que a estreia na final do Jamor é um jogo especial.

"É o sonho de qualquer árbitro, até ao nível nacional e internacional, que é o meu caso. É muito apetecível. É a festa da Taça. Ouvimos os nossos pais e avós a falar dela e é com muito orgulho e satisfação que recebemos esta nomeação. Mas também é uma nomeação que nos traz muita responsabilidade. Vamos tentar defender e representar todos os árbitros que gostariam de estar aqui e infelizmente não conseguem, porque só vem um de cada vez", começou por referir.

O juiz de 37 anos da AF Leiria, internacional FIFA desde 2019, admitiu que esta época tem sido "de muito esforço" para a classe da arbitragem, "às vezes com ruído a mais". Nesse sentido, assumiu: "A melhor defesa que nós, enquanto arbitragem, podemos fazer é ter boas exibições e trabalhar para ser melhores no dia seguinte. É um cliché do futebol, mas muito válido para nós."

Questionado sobre a personalidade de Hjulmand, capitão do Sporting, António Nobre desvalorizou e não considera o médio dos leões 'um dos mais chatos' para os árbitros. "É um capitão como outro qualquer. É muito interventivo, aliás, como tem de ser pelas novas diretrizes para os capitães. Sou suspeito, gosto muito de jogadores que falem comigo - às vezes até me perco a falar com eles e os meus assistentes estão sempre a controlar-me nisso. Mas gosto muito dessa parte do jogo. Ele não é mais difícil de gerir do que outros capitães, sinceramente", justificou.

António Nobre garantiu que "a preparação técnica e tática" foi a mesma do que noutros jogos, assumindo que o facto de não estarem em campo dois dos 'grandes' do futebol português não muda nada a forma como a equipa de arbitragem encara o duelo. "A preparação resume-se aos "verdes contra os grenás. É muito básico. Acho que isso ajuda os árbitros, no geral, a tirar a conotação clubística: joga uma equipa que veste de verde contra uma equipa que veste de grená. E a equipa de preto, azul ou amarelo estará motivada para tomar as melhores decisões para o jogo."

Hélder Malheiro "orgulhoso"

Hélder Malheiro será 4.º árbitro na final entre Sporting e Torreense, no jogo que marca a despedida da arbitragem. O juiz de 45 anos da AF Lisboa falou numa carreira de "muito orgulho" e admitiu que a final da Taça é "um dos pontos mais altos" do seu percurso. "Foram 29 anos no total, 22 dos quais no futebol profissional. Poder colaborar com o António nesta final enche-me, sinceramente, de orgulho. Ficarei muito feliz por poder participar com ele num dos últimos jogos da minha carreira. É este momento que quero levar como um dos pontos mais altos do meu percurso e que vou guardar para sempre", considerou.

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