Caldas da Rainha parou e viu os heróis

Festa foi rija e durou até altas horas. Proeza do Caldas fica para mais tarde recordar

Hoje, assim que o sol nascer, certamente que ainda haverá vestígios da festa pelo momento histórico, depois da vitória frente ao Farense. Os jogadores, acompanhados pelas famílias, saíram do Campo da Mata num autocarro preparado a preceito e desfilaram pelas ruas das Caldas da Rainha. À sua espera estavam muitos adeptos, que aproveitaram para agradecer o momento histórico conquistado.

Aplausos, festa e animação noite dentro, com cânticos onde se ouviu, por diversas vezes: "Queremos o Caldas no Jamor".

Euforia e queixas

Decisivo na reviravolta foi Januário, que marcou um golo e espera "continuar a fazer história", enquanto Militão falou pela equipa. "Temos uma grande equipa e uma união e amizade muito fortes. Isso foi o que mais pesou, juntamente com o apoio que tivemos na bancada. É um dia histórico e nosso nome está lá gravado", disse.

Já Jorge Reis, presidente do Caldas, não escondeu a emoção. "Foi um jogo e um feito fantástico, fruto de uma entrega e compromisso muito fortes de todo o grupo. Estou muito emocionado e quero desfrutar este momento", referiu.

No lado do Farense, Manuel Balela queixou-se de Ricardo Moreira. "Tivemos uma prestação que justificava a vitória e sentimo-nos prejudicados pela arbitragem, porque transformou um penálti a nosso favor numa falta contra e anulou um golo limpo na primeira parte", atirou o diretor dos algarvios.

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