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FC Porto é favorito, embora seja um jogo de prognóstico reservado devido ao valor do adversário...
Lopetegui, fanático pela rotatividade, volta a surpreender, desta vez na defesa
Lopetegui, que é um fanático pela rotatividade, embora nem sempre com os melhores resultados, o que só prova que o seu plantel não é assim tão competitivo como ele pensa, voltou a surpreender na preparação do jogo com o Sporting, e de uma assentada mexeu no lado esquerdo da defesa: Indi e Alex Sandro não justificam, desta vez, a sua confiança, ambos vão pois ver o jogo na bancada, e a preferência do basco deverá recair em Marcano e José Ángel. Os dois espanhóis que, provavelmente, terão melhores soluções para travar a imprevisibilidade de Nani e a eficácia de Slimani. A ver vamos. E como não deve haver duas sem três, Andrés Fernández poderá ser hoje o guarda-redes titular. Mexidas a mais numa defesa que vai enfrentar um ataque com poder de fogo.
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Se o onze a apresentar parece não encerrar, agora, dúvidas – depois destas duas ou três surpreendentes alterações –, a fórmula para lá chegar também não: será o 4x3x3, tudo sustentado numa posse de bola por vezes irritante, recorrendo com frequência a um futebol muito elaborado, a toda a largura do campo, e sempre à espera de um erro posicional ou de uma distração do adversário para lhe lançar o ataque final. Se Lopetegui quiser surpreender ainda mais, o que não será de estranhar, então haverá boas razões para se equacionar a possibilidade de Quaresma ser titular numa das alas, possivelmente naquela que tem sido de Brahimi, ou até mesmo Quintero justificar a confiança do seu treinador, ele que, nas últimas semanas, tem demonstrado merecer mais do que aquilo que lhe tem sido dado.
Num encontro em que o FC Porto é favorito, embora seja um jogo de prognóstico reservado devido ao valor do adversário, se se der o caso de os dragões souberem sair em condições para o ataque, evitando os erros dos últimos jogos, tudo ficará menos difícil, sendo também indispensável que o meio-campo saiba alimentar o ataque – o que não tem sido o caso, e basta olhar para as escassas oportunidades de golo criadas e, sobretudo, para a falta de golos conseguidos.
Ao Sporting servirá melhor um jogo mais apoiado e menos corrido
Empatar num clássico nunca é mau resultado. Mas hoje essa opção nem está em cima da mesa. A equipa não pode valer-se de tal proteção. É por isso que o Sporting deverá olhar para as suas hipóteses, perceber que no Dragão pisa terreno hostil e abordar o desafio com um plano diferente. A intensidade colocada na partida de Alvalade vale meia hora. Aliás, é isso que se consegue mesmo com equipas mais habituadas ao estilo. Ainda não é possível asfixiar o adversário por períodos muito mais longos. Exemplos disso surgem todas as temporadas, em todas as equipas. Existe, nalguns casos, a capacidade para levar o ritmo de alta pressão para mais 10-15 minutos após o intervalo. Depois disso... juntam-se as linhas e tenta capitalizar-se a eventual vantagem entretanto alcançada. Em Alvalade, no jogo da 1.ª Liga, esse plano correu bem até certo ponto, porque só valeu o empate.
Num jogo da Taça de Portugal, a possibilidade de prolongar o esforço por 120 minutos deve estar sempre presente na cabeça de um treinador. É por isso que se torna perigoso apostar numa entrada tão forte, capaz de provocar desgastes irrecuperáveis. Adrien, por exemplo, só durou 60 minutos em Alvalade porque foi o principal responsável pela eficácia da pressão leonina.
Mais apoio
Numa semana em que a maioria dos jogadores não fizeram sequer metade dos treinos, em que estiveram envolvidos em competição de seleções, a prudência aconselha a um jogo mais apoiado e menos corrido. Face a um FC Porto de passe curto a meio-campo e lançamentos diagonais sistemáticos para as costas dos laterais, importa ser compacto a defender e rápido a reagir às mudanças do “centro do jogo”.
O Sporting tem jogadores para “agredir” os dragões, mas para tirar deles essa vantagem não os deve sujeitar a tarefas de desgaste inútil. O qual surge irremediavelmente em dois momentos: quando os blocos se desunem; quando falta a concentração. Ora, um jogador cansado é um jogador desconcentrado.
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