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Formação de Bruno Lage rumo à grande final
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O campeonato é uma maratona, mas a Taça de Portugal assume-se como um verdadeiro 'sprint' em que uma simples escorregadela pode significar uma eliminação. Quem chega à final de uma competição como esta tem forçosamente que estar irrepreensível no ataque e na defesa, é certo, mas ter um setor recuado que não abana é meio caminho andado para o sucesso. Que o diga o Benfica, que chega ao dia de hoje com apenas um golo sofrido.
O autor deste 'feito' foi Tomané, responsável pelo único momento de apreensão vivido pela equipa de Bruno Lage. A 14 de janeiro de 2025, nos oitavos de final, depois do triunfo (2-0) frente ao Pevidém e do 'atropelo' (7-0) na receção ao E. Amadora, os encarnados passaram por um calafrio logo aos 7 minutos, mas a verdade é que o cabeceamento certeiro do avançado dos algarvios viria a ser insuficiente, graças a uma 2.ª parte de enorme qualidade do Benfica, que chegou à vitória após um vendaval: Schjelderup, Arthur Cabral e Bah completaram a reviravolta em 6 minutos.
As águias ultrapassaram depois o Sp. Braga (1-0) nos 'quartos’ e nas meias-finais fizeram imperar a lei do mais forte frente ao histórico Tirsense (agregado de 9-0), tendo anotado 22 golos até ao momento.
Baliza das águias só tem um dono
Bruno Lage não abdicou de algumas coisas ao longo do trajeto e uma delas prende-se com a gestão que fez da baliza. O ucraniano Trubin foi o habitual dono na Liga, Allianz Cup e Champions, mas o rosto mudou na Taça de Portugal: Samuel Soares foi titular em todos os 6 jogos. Está quase definida a ideia de que os guarda-redes menos utilizados devem jogar nas taças, mas essa estratégia costuma cair por terra quando aparece um adversário mais forte pela frente. A questão é que nem isso fez Bruno Lage recuar, tanto que Samuel manteve a titularidade frente ao Sp. Braga.
Tudo começou com Beste
Este trajeto encarnado rumo ao mítico Jamor começou, como já vimos, com um triunfo por 2-0 diante do modesto Pevidém, na 4ª eliminatória da competição.
Um jogo que fica intimamente ligado ao alemão Jan-Niklas Beste, de 26 anos. Nesse duelo de 19 de outubro de 2024, disputado no Estádio Comendador Joaquim Almeida Freitas, o germânico foi decisivo, anotando o primeiro aos 3’, após cruzamento de Arthur Cabral, e o segundo aos 75’, novamente com assistência do avançado brasileiro. Foram, de resto, os únicos golos que fez pelas águias.
Beste acabou por abandonar o Benfica no mercado de inverno, rumo ao Friburgo, a troco de 8 milhões de euros. Cumpriu 22 jogos, somando 2 assistências e 2 golos. *
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