Rio Ave-Olhanense, 3-3 (2-1 gp): Emoção durou até ao final

ONDA DE LESÕES COMPLICOU A VIDA DOS VILACONDENSES

O Rio Ave continua na Taça de Portugal, tendo vencido o Olhanense nas grandes penalidades. Foi, pois, uma vitória suada e na qual os locais quase pagavam a factura da onda de lesões que os tem apoquentado: estavam impedidos de fazer alinhar meia dúzia de jogadores base, o que obrigou à chamada de um júnior que actuara no sábado, num banco que, ainda assim, só teve seis jogadores.

Mas o Rio Ave foi a equipa que entrou melhor no jogo, adiantando-se no marcador à passagem do primeiro quarto de hora. O Olhanense reagiu, empatando após um livre em que Sandro aproveitou a deficiente marcação de adversários para cabecear com êxito. E foi no "marco-eu-marcas-tu" que o jogo ganhou emoção, já que tecnicamente esteve pouco famoso. Os locais estiveram à frente do marcador por três vezes e em outras tantas os algarvios chegaram à igualdade.

Foi notória a dificuldade do Rio Ave para encobrir tantas ausências, o que nem sempre foi bem aproveitado pelo Olhanense, que também evidenciou carências técnicas. A incerteza no resultado arrastou-se até final do jogo e ainda para lá do período de prolongamento.

Na marcação das penalidades, apenas os vila-condenses Evandro e Vítor Gomes e o algarvio Djalmir conseguiram transformar os remates em golo, mas muito por mérito dos dois guardiões, que defenderam dois cada um.
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