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Sporting frente ao Alverca: Sem tridente, mas com garra

APRECIAÇÃO À EQUIPA

A maior curiosidade desta visita ao Ribatejo residia em ver como é que a equipa do Sporting reagiria à ausência do seu habitual tridente atacante. Bölöni fez alguns ajustes na estrutura. Regressou ao 4X3X3, colocou dois médios de características defensivas e, apesar de não ter conseguido nenhum golo em 120 minutos, viu a equipa manter a garra que lhe é característica.

NÉLSON – Duas saídas a pés da grande área e uma defesa atenta a um cruzamento-remate de Ramires são o mais importante de uma noite que até nem foi complicada.

BETO – De tanto actuar nesta posição, já começa a ganhar tiques de defesa-direito. Não comprometeu a defender e subiu a propósito quando dispôs de espaço. Yannick negou-lhe dois golos “certos”, aos 56 e 72 minutos.

QUIROGA – A falta de rotina com Babb nem se notou. Autoritário, teve dois cortes preciosos (35 e 90 minutos), a evitar que adversários se isolassem em direcção à baliza.

BABB – Sempre eficaz, “secou” Quinzinho por completo e nunca deixou que Caju pisasse terrenos perigosos. Além disso, nunca desistiu de um lance, por mais inofensivo que ele parecesse.

RUI JORGE – O atrevimento de Ramires fez com que nunca se aventurasse muito no terreno. Tentou algumas combinações com Pedro Barbosa, mas não esteve particularmente feliz.

PAULO BENTO – Foi o pronto--socorro do meio-campo. “Roubou” um sem número de bolas e ainda teve tempo para atirar ao poste, aos 32 minutos.

RUI BENTO – Outro trabalhador incansável na tarefa de segurar o meio-campo. Saiu aos 98’, exausto, quando era preciso apostar tudo no ataque.

HUGO VIANA – Foi o criativo do meio-campo leonino. Começou no centro, mas tentou por diversas vezes incursões pela esquerda e pela direita. Pelos seus pés passaram alguns dos lances de maior perigo dos primeiros 45 minutos.

PEDRO BARBOSA – Adaptou-se lindamente a todas as funções que teve de desempenhar. Até como ponta-de-lança, deu trabalho à defensiva ribatejana.

LOURENÇO – Acusou em demasia a responsabilidade de substituir Jardel. Nunca incomodou, apesar da vontade de mostrar serviço.

TELLO – Entrou para ajudar no ataque e acabou a apoiar o meio-campo. Teve um bom passe a isolar Quaresma e desperdiçou uma assistência deste na pequena área.

LUÍS FILIPE – Um caso típico de falta de confiança. No flanco direito não fez a diferença e, na área, desperdiçou duas boas oportunidades.

GISVI – Entrou bem no jogo, com um passe de morte para Luís Filipe. Mostrou bons pormenores.
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