Sporting-Torreense, 1-2: o duelo em 5 factos
Análise da GoalPoint
83%
O Sporting bem tentou marcar mais do que um golo e isso reflete-se na posse de bola no último terço. Os leões terminaram a partida com relevantes 83% de “field tilt”, métrica que mede o controlo territorial.
61
O Torreense esteve bastante recuado no terreno, o que permitiu ao Sporting entrar com facilidade na área contrária. A turma de Alvalade contabilizou nada menos que 61 ações nessa zona decisiva do campo.
21%
A formação leonina rematou muito, um total de 33 vezes, número bastante alto. Porém, apenas enquadrou sete desses disparos, somente 21 por cento de eficácia.
12
Uma muralha defensiva do vencedor da Taça. O Torreense chegou a ter uma linha mais recuada com sete (!) elementos. Não espanta o facto de a equipa ter acumulado impressionantes 12 bloqueios de remate.
17
Uma semana de sonho para Stopira. Na semana em que foi chamado por Cabo Verde para o Mundial, o central fez o golo decisivo e terminou a final com 17 ações defensivas, com destaque para quatro desarmes.
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