Cassiano Klein e o reencontro com o Sporting: «Vamos ter que disputar todos os lances no limite»
Treinador do Benfica quer entrar com ambição no segundo jogo da final do playoff da Liga Placard
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Depois de vencer (2-1) frente ao Sporting no primeiro encontro da final do playoff da Liga Placard de futsal, Cassiano Klein, treinador do Benfica, procura garantir o segundo triunfo esta terça-feira no Pavilhão João Rocha de forma a aumentar a vantagem na série (à melhor de cinco jogos). Para tal, o técnico dos encarnados olha para os pontos menos positivos da última partida para entrar na quadra com a melhor versão possível.
"Só há uma forma de ficar no topo que é aprendendo e crescendo, essa é a grande aprendizagem de jogar grandes competições e de enfrentar equipas de altíssimo nível. Sabemos que vamos ter vários desafios pela frente, mas o mais importante é ter carácter como equipa, saber que vamos entrar no jogo e que vamos ter de disputar todos os lances no limite. Não podemos ter lampejos, porque automaticamente a equipa adversária 'machuca-nos' muito. Temos de crescer como equipa. Precisamos de passar por esses momentos para criarmos cada vez mais uma cultura", afirmou, em declarações aos meios do clube.
O treinador reconheceu ainda as dificuldades que os leões podem criar, mas depositou a sua confiança nas águias para cumprirem mais um objetivo: "Vamos enfrentar uma equipa muito bem estabelecida, que tem muito claro aquilo que acredita como ideia. Uma equipa muito difícil de combater e acredito que estamos a crescer nesse sentido. Estamos a empenhar-nos ao máximo para também conseguir retribuir o carinho e a expectativa que existe em relação à nossa equipa. Espero que, no final, consigamos alcançar os nossos objetivos."
Sem poder contar com o fator casa a seu favor no segundo jogo da final do playoff, Cassiano Klein realçou também a importância do apoio dos benfiquistas na deslocação ao Pavilhão João Rocha. "Sabemos que os adeptos que estiverem presentes vão dar uma força muito grande para que o seu apoio chegue até nós, porque como estamos em menor número, vão ter de fazer um esforço ainda maior. Isso contagia-nos porque eles não desistem. Não se deixam abafar e é isso que temos de fazer: não nos entregar nunca, lutar até ao final. Mas eles são um grande exemplo para nós, quando olhamos para a bancada e vemos todo o esforço deles, a cantar para que essa sinergia chegue até nós, olhamos uns para os outros e percebemos que temos de dar um passo a mais dentro de campo. Tal como disse, espero que tenhamos a competência para conseguir, no final, alcançar o nosso objetivo", concluiu.