Dirigentes chamam PSP para identificar árbitros

Antes do jogo à porta fechada entre o Farense e o União de Montemor

• Foto: Facebook Farense

Dois dirigentes do Farense, António Correia e Rui Iria, chamaram a PSP para identificar os árbitros do jogo de futsal entre os algarvios e o União de Montemor, disputado à porta fechada, ao início da noite deste sábado, por lhes ter sido vedada a entrada.

Os responsáveis do Farense alegaram que o artigo 33.º n.º 3 alínea b do Regulamento Disciplinar da Federação Portuguesa de Futebol permite a presença no recinto de dirigentes dos clubes intervenientes, desde que devidamente identificados, mas a dupla de arbitragem, constituída por Paulo Couto e Orlando Freitas (ambos de Ponta Delgada) teve entendimento diferente.

O diferendo levou a que a PSP identificasse os árbitros e o Farense fará seguir nos próximos dias uma exposição para a FPF, dando conta de uma situação que causou perplexidade nos dois dirigentes, pois, alegam, "os árbitros não conhecerem os regulamentos e nem mesmo depois de esclarecidos sobre os mesmos os quiseram aplicar". "Mostrámos o regulamento disciplinar, com a indicação do artigo e da alínea que permitia a nossa entrada mas de nada serviu", relatam António Correia e Rui Iria.

O jogo decorreu sem incidentes, com o Farense a bater o União de Montemor por 10-1, na primeira jornada da Série F da 2.ª Divisão de futsal.

O artigo 33.º n.º 3 do Regulamento Disciplinar da FPF em vigor na época 2018/19 (comunicado oficial 404, de 4 de julho de 2018) diz o seguinte:
3. Nos jogos realizados à porta fechada apenas podem aceder ao recinto desportivo:
a) Os agentes desportivos constantes da ficha técnica.
b) Os dirigentes dos clubes intervenientes.
c) O delegado ao jogo da FPF e o observador de árbitros.
d) As entidades que, nos termos do regulamento da respetiva competição, tiverem direito a reserva de camarote.
e) Os membros dos órgãos de comunicação social, sem prejuízo do previsto no número 2.
f) As pessoas e funcionários dos clubes e da entidade organizadora da competição em questão que sejam essenciais à realização do jogo e que se encontrem devidamente autorizadas para tal, nos termos regulamentares.
g) As restantes pessoas autorizadas nos termos regulamentares a nele aceder e permanecer.

Por Armando Alves
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