Fugir das surpresas para afirmar valor

Pedro Cary gostou da resposta de Portugal ao empate na estreia e só pensa em nova vitória

• Foto: EPA

Jorge Braz já afirmou que este pode ser um Mundial de surpresas. No entanto, isso não seria necessariamente bom para as cores portuguesas... Pelo menos na opinião de Pedro Cary. É que, segundo o ala do Sporting, a equipa das quinas tem é de continuar a afirmar-se, agora diante do Usbequistão, de forma a seguir para os oitavos-de-final.

"Portugal não vai ser uma surpresa, uma vez que temos feito um trabalho com dedicação e os nossos resultados estão à vista", comentou o jogador, de 32 anos, que destaca a evolução ao longo da prova: "A entrada não foi muito positiva em termos de resultado, já sabíamos que ia ser um jogo muito difícil com a Colômbia. Depois, contra o Panamá, já se viu uma equipa portuguesa ciente do seu valor."

Com o vice-campeão asiático pela frente, Cary considera que conhecer bem o adversário é decisivo "para que nada surja como surpresa e Portugal consiga o primeiro lugar no grupo". Até porque, caso isso aconteça – o empate também pode chegar –, a Seleção Nacional ficará em Cali até ao final da prova, com todas as vantagens logísticas que isso significa.

Além disso, o ala ‘pisca’ o olho ao público local e pede ajuda. "A nossa Seleção tem no Ricardinho um pilar essencial e sabemos que os colombianos gostam muito de ver as suas exibições. Por isso, esperamos, também em Medellín, o apoio dos colombianos", remata.

Portugal é sinónimo de espetáculo

A ‘cidade da eterna primavera’ recebe o Mundial de futsal e pede espetáculo. Os jornalistas locais estão ansiosos pelo jogo da equipa nacional frente ao Usbequistão porque, dizem, "Portugal é uma das seleções mais rápidas e imprevisíveis" do circuito mundial da modalidade.

A diferença de altitude em relação a Cali (agora a seleção portuguesa está cerca de 1.500 metros acima do nível do mar) não será problema, porque o trabalho de preparação foi justamente pensado com vista a esta mudança.
Ricardinho é outra das atrações, e não admira que muitos colombianos pensem deslocar-se ao Coliseo Ivan de Bedout sobretudo para ver o ‘mágico’ jogador português, tal é a dimensão da sua fama e da sua qualidade.

A segunda maior cidade da Colômbia (e primeira capital do país) acolherá encontros até às meias-finais. Mas, se Portugal conseguir o primeiro lugar do Grupo A, fixar-se-á definitivamente em Cali, a ‘capital do desporto colombiano’.

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