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"Como vínhamos da 2.ª Divisão os objetivos em princípio não podiam ser muito ambiciosos, por isso o primeiro era a permanência", lembrou...
Depois de ter subido à Liga no final da época passada, e apesar de não possuir pavilhão próprio para treinar e jogar, o Boavista conseguiu alcançar o playoff, terminando a fase regular da prova em 7.º lugar. Nos quartos-de-final, agendados para sábado, os axadrezados vão defrontar o Sporting, campeão em título, e a motivação dos jogadores do Bessa é elevada.
O subcapitão Ivan, que aos 41 anos é um dos símbolos do Boavista, espera, no sábado (17 horas), “uma tarefa árdua, frente a um Sporting que para além de ser profissional tem uma grande equipa”. Mas o antigo internacional avisou: “Se for necessário deixar a pele em campo para vencermos, será isso que temos que fazer. Se o sonho não se tornar realidade e formos eliminados, o importante é sairmos de consciência tranquila.”
Ivan lembrou que, no início da temporada, os axadrezados não pensavam sequer em chegar ao playoff, mas salientou que o feito não foi alcançado por acaso. “Como vínhamos da 2.ª Divisão os objetivos em princípio não podiam ser muito ambiciosos, por isso o primeiro era a permanência. Não foi fácil para nós, mas o espírito de grupo unido que reinou sempre no nosso balneário foi determinante para alcançarmos este feito com inteiro mérito.”
Longevidade
A idade não tem tido peso em Ivan, que não esconde o feito de, aos 41 anos, ainda ser um dos mais utilizados do Boavista.
“Não me considero o avozinho do plantel, apenas mais um elemento que dá o melhor em prol do coletivo. Sou profissional desde os 19 anos e sempre tive uma vida regrada. Enquanto as pessoas acreditarem de que sou capaz vou continuar a jogar, mas jamais me arrastarei pelos pavilhões.”
Experiência no xadrez
O Boavista regressou à Liga com um plantel que aposta na experiência. Os antigos internacionais Alex (guarda-redes) e Ivan são os nomes mais sonantes de uma formação que conta com mais jogadores que já passaram pelo escalão principal, casos de Edivaldo, Milson, Guri ou Ricardo Santos. Ainda assim, é da formação que chega o melhor marcador das panteras: Pedro Silva. O ala, de 22 anos, sempre esteve no emblema do Bessa e marcou 21 dos 76 golos boavisteiros na prova.
Apesar de ser um emblema histórico, a equipa orientada por Rui Pereira tem um estatuto mais modesto no futsal e entre as dificuldades está a ausência de um pavilhão próprio para treinar ou jogar.
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