João Matos e a importância de igualar eliminatória com o Benfica: «Estamos decididos a vencer»

Capitão do Sporting quer vingar resultado do jogo 1 da final do playoff da Liga Placard de futsal

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João Matos com a braçadeira de capitão ao serviço do Sporting
João Matos com a braçadeira de capitão ao serviço do Sporting • Foto: Hugo Monteiro
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O Sporting recebe o Benfica esta terça-feira (21h15) no jogo 2 da final do playoff da Liga Placard de futsal à procura de igualar a eliminatória, depois das águias terem vencido ( o primeiro encontro, na Luz. Agora com o fator casa e com muito ainda por decidir, João Matos, capitão dos leões, não aceita menos que o triunfo no Pavilhão João Rocha. 

"O Benfica vai entrar determinado, aguerrido, motivado pela vitória que teve e como já disse aos meus colegas: para quem ganha a fase regular é muito importante o primeiro jogo e para quem fica em 2.º é muito importante o segundo. Não é falta de crença que por um resultado menos positivo, o Sporting não consiga ganhar três jogos consecutivos... mas não podemos esconder que é muito difícil", começou por realçar o fixo, de 39 anos, em declarações aos meios do clube.

Por esse motivo, está ciente da importância de alcançar um resultado positivo. "Torna este jogo de uma importância muito elevada para nós, porque temos de igualar a eliminatória. Só acaba quando uma equipa ganhar três jogos. Independentemente do resultado, nada vai acabar amanhã [terça-feira]. Estamos cientes que temos de vencer  e assumimos essa responsabilidade", vincou.

João Matos assegurou ainda que "ambição nunca faltará" no grupo leonino. "A crença, a vontade de vencer e de dar alegria aos sportinguistas, não é negociável. Por isso, é encarar o jogo, ciente da nossa responsabilidade e importância do jogo, decididos a vencer e a dar tudo o que temos. O foco adicional é nestes 40 ou 50 minutos e ganhar é a palavra-chave."

Com apenas três dias de preparação desde o último encontro, o capitão garantiu que a equipa está determinada em melhorar o que correu mal no jogo 1. "A competência na finalização, a falta de frieza para fazer golo e para igualarmos o resultado", referiu, rematando: "Há que aproveitar as vantagens numéricas que tivermos durante o jogo e olhar para o que fizemos bem e para o que o Benfica possa alterar, neste ‘jogo do rato e do gato’. Sabemos que, em momentos de pressão, tanto nós, como o Benfica, irão para a zona de conforto, para os seus hábitos. É tentar criar pequenos hábitos dentro destes dias para tentar tirar proveito daquilo que podemos fazer de melhor."

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